Desde criança gostava e muito de Carnaval. Por toda a minha vida fui de ir assistir desfiles, bailes infantis, depois bailes juvenis e por fim bailes de adultos.
Até desfilar em Escola de Samba já desfilei.
Já fui ver o Carnaval do Rio de Janeiro e de São Paulo.
Carnaval no interior de Minas também teve sua fase.
Fui piolho da Banda Mole em BH nos seus áureos tempos das décadas de 80 e 90.
Tudo passa e tudo acaba.
Hoje não suporto mais nada relativo a Carnaval que perdeu e se desfigurou por completo de suas origens.
Hoje só abro exceção para o Bloco Padecendo no Paraíso [as Padês]. Um bloco criado, organizado e comandado por mulheres, mães, voltado para o público infantil mas onde a galera adulta se esbalda com segurança, respeito, sem bebedeiras, drogas, confusão e no meio de um público nota dez.
Primas e seus filhos [as] participam ativamente da agremiação, fato que anima o Bratz ainda mais.
Este ano, no Domingo de pré-carnaval, pela terceira vez consecutiva, fui dar o ar de minha graça no desfile e não me arrependi. Foi ótimo, e o tema do bloco foram os 60 anos da Diva Madona. Entre sambas antigos, marchinhas tradicionais, músicas infantis da Turma do Balão Mágico, também tivemos os hits da Diva no ritmo frenético e contagiante da Charanga das Padês. Já neste sábado de Carnaval, a mesma charanga animou o Bloco da Vovó Gatinha que, este ano, com a minha presença, passará a se chamar Bloco da Vovó Gatinha e do Vovô Gatão!
Buenos Aires é, com certeza, a mais européia das cidade sul-americanas. Esta é a quinta vez que por lá me aporto. Sua geografia, seu clima, sua gente, sua cultura, sua gastronomia, seus hábitos e costumes, tudo permeado por rara semelhança à Europa.
De quebra, ainda fui a Colónia del Sacramento no Uruguai. Uma cidade pequena, de origem portuguesa, também de rara beleza e esplendor. Também o Uruguai mantém muito da cultura européia em toda a sua atmosfera.
Foi uma viagem inesquecível, uma oportunidade magnífica de Bratz e Elian celebrarem seus 44 anos de união que se completam no próximo dia 26 de Setembro.
Deixo aqui em vídeo, um pouco das belezas e emoções por nós vivenciadas neste 12 dias.
Por vezes somos pegos ao acaso e forçados a uma viagem inesquecível no túnel do tempo.
Foi assim quando da estada do amigo AD aqui por Minas Gerais. Fomos à uma festa no Bar do Caixote e, por lá, conhecemos uma banda que, se não era perfeita, tinha um repertório de tirar o fôlego.
Seu nome: Ritmos da Noite.
Um flashback memorável dos anos de ouro da música pop mundial. Uma sequência que me fez reviver os bons e velhos tempos do Bratz. Dancei, cantei e até emocionei muito com esta volta ao passado.
Muitos de vocês talvez nunca tenham ouvido estas canções mas, enfim, resolvi colocar aqui algumas destas canções.
ps: e assim o "enfim!" completará 11 anos no próximo dia 19/07/2018. Isso também é coisadotempo
Lá se vão 08 anos de grande amizade. Encontros lá, aqui e acolá. Momentos felizes, dores agudas, emoções que contribuíram para fortalecê-la mais e mais. Depois de 04 anos de muita saudade recebemos, aqui nas Minas Gerais, o AD, o querido amigo de Aracaju/Sergipe.
Muita festa, muita proza, muita comida, muita bebida, muita rizada e uma viagem inesquecível pelo nosso interior mineiro: Catas Altas, Santa Bárbara e Ouro Preto.
Que esta estadia por aqui seja um marco de muitas outras e de outras tantas, minha e Elian pelas adoráveis terras nordestinas.
Compartilho com os amigos de BlogsVille um pouco de minha emoção neste reencontro com meu maior amigo.
Beijão para você querido AD. A saudade já se faz presente.
Definitivamente tenho que reafirmar que São Paulo está e sempre estará na vanguarda das artes e todas os outras demais que caracterizam uma grande metrópole.
Ainda não tive a oportunidade de assistir ao vivo os espetáculos montados por este magnífico grupo a Cia. K mas, em breve sei que serei contemplado com esta oportunidade.
Até lá só me resta desfrutar com vocês deste show através deste vídeo que montei.
ps: Sexta-feira lá vai o Bratz para a oitava cirurgia em 6 anos. Está valendo. Vamos que vamos.
Centenas de balões brancos e vermelhos lançados ao céu aos gritos de السلام في سوريا, apresentações culturais e mensagens de solidariedade simbolizaram o desejo da comunidade árabe pelo retorno da paz da Síria na manhã do dia 15 de agosto, na Praça da Liberdade em Belo Horizonte.
Pedimos pelo fim do conflito no país do Oriente Médio onde a guerra civil, que já dura seis anos, devasta o território daquele país.
Na praça estiveram sírios, libaneses e seus descendentes, refugiados que vieram para o Brasil por causa do conflito, além de brasileiros que têm parentes e amigos vindos de lá.
Todos mostraram sua consternação pela atual situação vivida naquela nação onde mais de 400 mil pessoas já morreram vítimas de armas e bombas, sendo que a grande maioria delas são crianças e mulheres.
Sou casado com o Wanderley Elian, neto de sírios e aprendi a respeitar este povo em suas lutas, suas tradições e sua cultura.
Desde 1974 sou frequentador assíduo de todos os eventos da comunidade síria aqui em Belo Horizonte onde fiz inúmeros amigos.
Em 1994, tive o enorme prazer de fazer uma viagem por toda a Síria com amigos da colônia.
Uma riqueza de aventura.
Já registrei por aqui o tanto que gosto das tradições culturais e folclóricas aqui das Minas Gerais, em particular dos Festejos Juninos, sua culinária, seus trajes, suas músicas, suas danças e, principalmente do friozinho típico da época.
Infelizmente, até estes eventos tão típicos por aqui, vem passando por modificações de contextos, já que os do Nordeste Brasileiro, vêm se constituindo em referência nacional.
Sempre tivemos nossas modinhas típicas e regionais, lindíssimas por sinal, mas hoje, predominam as canções do forró nordestino. Não que também não possuam seu valor mas não são nossas.
Enfim, lamúrias à parte, continuo gostando e, mais uma vez fui curtir esta festa por aqui.
Definitivamente São Paulo me surpreende sempre. Eu, todo crente que conhecia de tudo naquela metrópole, mais uma vez me surpreendi com as suas possibilidades.
Foi inesquecível.
Desta vez acompanhado do Elian, desfrutamos tudo que nos era de direito: Amigos, Gastronomia, Teatro, Música, Parques, Religiosidade, Shoppings e muito mais.
Em um breve resumo, deixo aqui alguns de nossos registros:
ps: Não é por nada, mas ontem extasiei-me com a escolha do possível novo Presidente Francês!
O mais importante foi que, quando liguei para ele para parabenizá-lo ele não me deu folga.
Confiram:
Eu escolho você Bratz, para ser meu assessor de assuntos sexuais.
Bratz, o seu salário será compatível com suas responsabilidades.
Venha Bratz, vou lhe mostrar seu Gabinete.
Feliz por você ter aceito a minha proposta Bratz.
Definitivamente a parceria Bratz&Macron marcará a história da França.
A Compagnie Käfig de Mourad Merzouki - francês de origem argelina, atualmente diretor do Centro Coreográfico Nacional de Créteil - foi criada em 1996. Merzouki soube expandir a linguagem do hip-hop para um cruzamento de múltiplas disciplinas: circo, artes marciais, artes plásticas e dança contemporânea, sem perder de vista as raízes de sua dança, suas origens sociais e geográficas.
O espetáculo Pixel nasceu do conceito de união da dança às projeções digitais, da ideia de mesclar realidade e mundo virtual. A pesquisa sofisticada de Claire Bardainne e Adrien Mondot dá vida ao mundo digital de uma maneira artesanal e de extrema sensibilidade. Mourad Merzouki une a dança da Käfig ao delírio das imagens. Homens e imagens unidos com graça. A tecnologia do digital colocando o homem no centro dos desafios tecnológicos e o corpo no coração das imagens.
Sobre Pixel
Em Pixel, a pesquisa sofisticada de Claire Bardainne e Adrien Mondot dão vida ao mundo digital de uma maneira artesanal e com extrema sensibilidade. O diretor artístico Mourad Merzouki une a dança ao delírio das imagens, expandindo a linguagem do “hip-hop” para um cruzamento de múltiplas disciplinas: circo, artes marciais, artes plásticas e dança contemporânea, sem perder de vista as raízes de sua dança, suas origens sociais e geográficas.
Os 11 bailarinos da companhia evoluem em um ambiente de sonho, na fronteira entre o virtual e a realidade. É um trabalho sobre a ilusão, conjugando a energia e a poesia, ficção e proeza técnica, “hip-hop” e circo, uma verdadeira expressão da arte oriunda das mentes delirantes de seus criadores.
Pixel, por Mourad Merzouki - diretor artístico da companhia
"Estamos constantemente expostos a imagens, vídeos e mídias digitais. Telas estão por todos os lugares. Alguém só precisa andar pelas ruas das grandes capitais de alguns países para imaginar o que será a cidade do futuro: uma grande exposição de imagens, que agora fazem parte da nossa vida cotidiana.
O projeto Pixel nasceu quando eu conheci Adrien Mondot e Claire Bardainne e do fascínio que senti naquele momento: era como se eu não fosse capaz de perceber a diferença entre os mundos real e virtual. Rapidamente decidi tentar uma nova associação usando essas novas tecnologias no mundo da dança.
A primeira experiência misturando dança e vídeos interativos foi de tirar o fôlego para os artistas que faziam parte do projeto. Com a mesma curiosidade e mente aberta que me inspira, enfrentei, durante essa nova aventura, um mundo impalpável criado pela projeção de luz desenvolvida por Adrien M / Claire B Company. O desafio de fazer os dois mundos interagirem um com o outro e o de encontrar um equilíbrio sutil entre as duas técnicas, para que a dança e as representações abstratas, interajam sem que uma delas fique em vantagem sobre a outra, fez com que eu me desestabilizasse novamente com a forma através da qual abordo o gesto. Sigo essa busca pelo movimento, que continuo a desenvolver e aprimorar em cada uma das minhas criações, com novas restrições e novos parceiros de "jogo".
Além das projeções de vídeo, eu queria que a música de Armand Amar casasse em perfeita colaboração com a coreografia e as imagens, como um convite caloroso para viajar. Acompanhando os artistas, sua música revela a energia, bem como a poesia que se encontra no corpo do dançarino.
Esses novos caminhos de descoberta me permitiram trabalhar sobre essa prorrogação da realidade e enfrentar um mundo sintético, o que é estranho para um coreógrafo que se alimenta de corpos e material. Habitamos a dança em um espaço onde o corpo só enfrenta sonhos, desenvolvendo gestos em paisagens que se movem, criadas por Adrien M e Claire B.
Eu queria abrir o caminho no qual o mundo sintético da projeção digital interage com a realidade do dançarino.
Cada artista tem uma brincadeira imersa em um mundo desconhecido, com uma mente que compartilha a energia e o virtuosismo do “hip-hop”, misturando poesia e sonhos, para criar um show no cruzamento das artes."
O grupo se apresentou em Belo Horizonte no Palácio das Artes, no último dia 26 de outubro. Um espetáculo memorável que, definitivamente, marcou meu repertório de expectador das artes.
Para quem nasceu na era do rádio, acompanhar todo o avanço tecnológico dos últimos 60 anos é algo que encanta mesmo.
Cinema, televisão, som, comunicação em geral, internet, quanta genialidade do ser humano.
Comprei um Cardboard e estou encantado como uma criança com seu brinquedo novo.
Que maravilha!
Bem, vamos assim.
Dizem que a terceira idade é a "melhor idade". Penso que sim. Quando criança não pude ter quase nada do que queria ter. Hoje, posso curtir minha nova criancice sem maiores atropelos.
Grupo BeHoppers ocupa praças e ruas emblemáticas de Belo Horizonte, dança e faz saltos sincronizados
Be hopper, em tradução livre, significa “seja saltador”. Para ser um saltador, é preciso improvisar, dar pulinhos. Saltos certamente ficam mais bonitos na dança, ainda mais quando sincronizados. O nome do arranjo de passos saltitantes é lindy hop, e se popularizou nos Estados Unidos nos anos 30. Mas, como a pegada retrô está em alta, tanto na moda, quanto no estilo de vida contemporâneo, nada mais adequado do que elevar essa predisposição à dança. Para divulgar a ideia, o grupo de dança belo-horizontino BeHoppers utiliza movimentos aéreos para combinar liberdade a um estilo vintage de bailar.
Em clara alusão ao amor por Belo Horizonte, tendo as iniciais de BH em destaque no nome, o grupo segue uma tendência mundial: o projeto I Charleston The World prevê a propaganda da dança e a homenagem às cidades pelo mundo. Em forma de vídeo, a admiração pelo lindy hop é colocado em harmonia com os cartões postais da região. O movimento ainda é ascendente no Brasil, com representantes na capital mineira e em São Paulo, mas está presente em mais de 80 centros urbanos na América do Norte, África, Ásia e Europa. “O projeto existe há três anos e vem conquistando espaço, principalmente por retratar uma dança descontraída, sem muito rigor com técnicas. Isso faz com que as pessoas se apaixonem por essa liberdade de dançar”, certifica Sônia Silva, de 39 anos, membro do BeHoppers.
No vídeo intitulado 'I Charleston Belo Horizonte', que já foi visto mais de 300 mil vezes, os dançarinos ocupam as ruas e praças famosas para colocar os saltos sincronizados em evidência. Desde a igrejinha da Pampulha, o grupo passa pelas praças da Estação e Liberdade e mirante das Mangabeiras, com direito a muita firula e cor. A direção e produção foram pensadas em conjunto, mas sempre deixando a espontaneidade aflorar na hora das gravações. “Quisemos deixar transparecer no vídeo tudo aquilo que o lindy hop nos transmite: algo alto astral, leve, feliz e agradável. Acredito que por isso está tendo uma recepção boa”, celebra Bia Cambraia, de 33 anos, uma das fundadoras do grupo, em atividade desde 2012. Ela fez parte da primeira turma de alunos desse tipo dança em Belo Horizonte, e a sala de aula não sustentou a vontade de expor pro mundo o amor pelo gingado vintage.
Mas o lindy hop não é só amor pela dança. Bia diz que o BeHoppers conta hoje com 25 integrantes, que traduzem a paixão pela harmonia dos saltos no companheirismo e amizade. “A dança é importante, mas nossa união não é só por ela. No grupo encontramos um ambiente de liberdade de expressão e entendimento. Somos muito liberais e tentamos ser igualitários a partir da tolerância à diferença”, finaliza.
ps: Artigo publicado por Luiz Othavio Gimenez em Xôtifalá.
Assista aqui este espetáculo de dança e aproveite para conhecer Belo Horizonte, Minas Gerais. Gostaria, e muito de saber dançar assim.