sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Feline



Feline é um cara inteiramente fora de qualquer padrão codificado em normas, valores e conceitos pré-definidos. Dono de uma postura toda própria, de uma maneira clara, objetiva e quase didática para contextualizar suas idéias, constrói seu Blog “Naum  Leia”, de forma diferente e contundente. A cada leitura de seus textos me apercebo de uma identidade rara entre o EU dele e o EU do Braccini. Em princípio ele pode até chocar à grande maioria, mas se cada um se permitir uma reflexão profunda e crítica poderá se descobrir como um SER de infinitas possibilidades, muito além dos conceitos e valores herdados e assumidos como próprios.
Para ilustrar, trago até voces uma postagem do mesmo que, guardados alguns pequenos aspectos de ordem temporal, revela de forma firme e direta um pouco mais do SER Braccini.

“Hombridade é que faz de nós putões”

Sou casado e mantenho uma vida sexual com o marido e os amantes todos da hora – daí os gays nos apontam na rua como promíscuos (mas não na sauna ou nos outros locais de pegação, onde, com tanta fama de putos, somos até bem quistos para bater portas).
Eu e o namorado, então, servimos só pra sexo (aleluia), mas não para ser alvo do afeto de outros gays. Devemos ser homens para quatro paredes e não para ser exibidos em público.
Mas mal sabem que o que para eles pode soar como maldição, para nós é nossa bênção. Ficamos com a melhor parte da vida gay.
Se há algo na minha vida de que me orgulho é da minha hombridade. Queiram ou não as feministas e os gays recalcados ou que sonham em se incorporar à sociedade hétero, ser homem é sinônimo de ser safado. 
Os politicamente corretos que se fodam, mas ser safado é essencial num homem. E é um valor que nós gays, mais que ninguém, sabemos cultuar – em nós e nos outros caras.
Ninguém melhor que nós, homens adoradores de homens, para preservar e difundir os saudáveis, deliciosos e imprescindíveis valores da hombridade, entre eles o de ser puto.
Meu pai era puto, meus irmãos são também e os amigos héteros que tenho, quando sinceros, confessam-se putos. Porque então logo eu haveria de ser diferente, sendo homem também? 
Minha mãe, mulher que é, pode até não concordar, mas ela me relatou que meu pai, antes de morrer, chamou meus irmãos (já casados) e disse a eles para não se prenderem numa só mulher – que isso era um erro fatal.
 Ela nunca desdisse meu pai. E o que pra ela era perfeitamente aceitável num homem– ainda que reprovável – para esses gays femininos é o pior dos defeitos masculinos: a infidelidade.
Não sei quem inventou isso de fidelidade, mas não foi um homem, e muito menos um gay orgulhoso de si.
Desse mesmo tipo de gente veio a idéia de que trepar deva ser algo ruim ou animalesco. Ou pior, gostar de trepar deva ser algo muito ruim. 
Essa mesma gente acha que, escondido, trepar de todo jeito pode - mas às claras, socialmente, deve-se ser casto e exigir a castidade alheia. Mais ou menos o mesmo princípio da virgindade. Sendo a virgindade uma virtude, para não deixar de ser virtuosa antes de casar e ainda assim poder trepar e gozar, as mulheres castas davam a bunda e se aperfeiçoavam nas putarias todas – mas preservavam a virgindade. 
Dessa hipocrisia institucional estou livre. Dei a bunda e comi os caras que quis, antes, durante o casamento e continuo sendo um homem de bem e de caráter, a despertar amores por aí e a me apaixonar normalmente. Desconectados, meu coração e virilha funcionam à toda, 13 anos depois de casado e aos 40 anos de vida.
Porque ser puto na cama e careta socialmente é pouco pra mim. Pra mim, o inverso é uma opção perfeitamente cabível. Ser homem e fingir não ser puto até o talo cheira a conservadorismo.
Dois medos que tenho: do feminismo e do conservadorismo. Luto contra eles sendo homem e puto, quando, com quem e onde me der vontade. Luto sendo puto e assumindo quem sou e assumindo que isso é bom e desejável num homem de bem. 
Luto rindo dessa gente infantilizada, que acha só o escuro libera de todas as amarras,
quando, na verdade, o que nos liberta pra trepar quando e como quisermos é unicamente nossa vontade máscula, de homens que somos.

Feline . Blog Naum Leia 


[assino em baixo com uma pequena ressalva: esta deveria ser uma percepção clara para todos que se aventuram em um relacionamento, não importa a forma do relacionamento - homo ou hétero; não importa  o gênero do partícipe - homem ou mulher, isto é coisa inerente ao SER].


*Hombridade: Qualidade associada às pessoas honestas, dignas, verdadeiras.Tenho hombridade à medida em que sou honesto, sincero e verdadeiro com relação ao que digo e ao que faço.

Paulo Braccini
enfim! é o que tem pra hoje...

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

PQP! Sacanagem do Blogger outra vez!


Estou aqui em EDIÇÃO EXTRA, porque este Blogger está me deixando com a cachorra!
Pela segunda vez, em uma semana minhas atualizações não aparecem aí para voces.
Hoje postei o episódio final da SAGA BLOGAYRA EM SAMPA [post logo abaixo deste] e, já me dei conta que, todos voces não foram informados disto ... tudo bem ... seguimos em frente e que o Sangue de Jesus purifique a alma do Braccini pois, quando ele fica com a cachorra ninguém pode com ele.



gggrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr!!!

Paulo Braccini
enfim! é o que tem pra hoje...

Encontro de Blogayros e seus detalhes sórdidos . O Final


A Padoca
E a saga vai chegando ao fim. Já começo a sentir uma nostalgia incômoda no ar. Mas ainda temos a oportunidade vivenciar o Encontro Blogayro II. Local escolhido a Padoca da Bella Paulista. O sábado começa como todos os demais dias. Banho, café e encontrar AD. Destino ... Bella Paulista. Lá nos aguardam a super dupla dinâmica Edu&Mau. Como estivéssemos um pouco atrasados tomamos um taxi. Ao descermos já avistamos e fomos avistados por Edu&Mau. Entramos e já vieram os cumprimentos efusivos e as devidas apresentações daqueles que não se conheciam. Assentamos e Mau nos informa que já estavam no primeiro round do desjejum. Fizemos nossos pedidos iniciais [Eu, Marida e AD] enquanto Edu&Mau já pedem a segunda rodada de lanche ... eita dupla de apetite grande. AD e Marida pedem SUCO DE CAPIM [isto mesmo - SUCO DE CAPIM]. Dentro de um cardápio riquíssimos de opções eles pedem SUCO DE CAPIM, mas enfim. Edu, de forma sutil pede um sanduíche light, afinal ele está seriamente comprometido com uma rigorosa dieta alimentar e, é acompanhado pelo Mau. O Sanduíche deles só era composto de pão, queijo, presunto, salaminho, lombinho canadense, ovo, bacon, salada, maionese, ketchup e mostarda devidamente acompanhado de um suco diet. O papo rola solto e descontraído sobre os acontecimentos da semana, sobre o encontro, sobre relacionamentos, família, experiências profissionais e, de quando em vez, uma pitada de sordidez. Esta pitada sempre partindo de AD e Edu, algo perfeitamente compreensivo. Rolou uma pequena seção de fotos, algumas delas impublicáveis, mas para que as amigãããããs sintam um pouquinho do clima reinante posto aqui apenas algumas foteeenhas básicas para que não paire nenhuma dúvida sobre a autenticidade de tudo o Bratz vem relatando para voces nestes quatro dias.




Já eram 14:00 horas, quando tivemos que dar por encerrado o encontro, já que Maria Bonita tinha que voar para os braços de outro blogayro que estava por aportar em Aracaju ... um tal de LOBO CINZENTO. Neste interim, o casal BRACCINI&ELIAN presenteou os amigos com um pequeno mimo que, imediatamente, ganhou destaque na ornamentação do Ipertamento do casal Edu&Mau.


Despedidas finais cobertas de lágrimas fortuitas que insistiam em brotar no canto dos olhos das meninas mas que eram prontamente secas com lencinhos de seda bordados com renda de bilro. Após promessas de novos encontros Edu&Mau tomaram o rumo do ninho enquanto, Eu e a Marida, deixávamos ADlaine na mansão dos Bewildes e seguíamos de volta ao Hotel.
O resto de sábado e o domingo foram marcados por momentos de carinho, intermeados de muito sexo selvagem entre os pombinhos que aproveitaram a viagem para uma deliciosa lua de mel.
Na Segunda Feira regressamos a Belo Horizonte já morrendo de saudades dos momentos tão felizes que tivemos oportunidade de vivenciar nestes dias, junto de amigos mais que especiais.Tudo que aqui foi relatado corresponde à verdade dos fatos. Parafraseando o grande Filósofo contemporâneo Nelson Rubens, o Bratz não inventa nada ... só aumenta. Espero que os amigos tenham gostado destes relatos revestidos de tanta bobagem e relevem, pois, o intuito foi, tão somente, o de brincar com todos eles.
Todo o nosso carinho e gratidão aos amigos que contribuiriam para que estes dias fossem efetivamente magnificamente deliciosos.

Para quem ainda não conhece, estou linkando abaixo, cada um dos amigos blogayros que se envolveram nesta saga. Vale a pena uma visita aos mesmos.

Edu . AD . David . SAM . Wans . Ale . Marida






Soundtrack Theme


Esta canção belelérrima retrata todo o sentimento que se apossou de mim quando voltei para BH. Saudades de todos voces meus queridos amigos.



"Sometimes I feel so happy,
Sometimes I feel so sad.
Sometimes I feel so happy,
But mostly you just make me mad.
Baby, you just make me mad
Linger on, your pale blue eyes
Linger on, your pale blue eyes

Thought of you as my mountain top,
Thought of you as my peak
Thought of you as everything,
I've had but couldn't keep
I've had but couldn't keep
Linger on, your pale blue eyes
Linger on, your pale blue eyes"

.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.

"Às vezes eu me sinto tão feliz,
Às vezes me sinto tão triste.
Às vezes me sinto tão feliz,
Mas na maior parte você apenas faz-me louco.
Baby, você me faz louco
Insistindo, em seus pálidos olhos azuis
Insistindo, em seus pálidos olhos azuis

Pensei em você como meu topo da montanha,
Pensei em você como meu pico
Pensei em você como tudo,
Eu tive, mas não conseguiu manter
Eu tive, mas não conseguiu manter
Insistindo, em seus pálidos olhos azuis
Insistindo, em seus pálidos olhos azuis”

Pale Blue Eyes – Velvet Undergound




Paulo Braccini
enfim! é o que tem pra hoje...

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Encontro de Blogayros e seus detalhes sórdidos . Parte III

A Tubaína

Acordamos, banho e café. Novo dia começa. Saímos para comprar um tênis para a Marida. Eita moço de sorte este! Arrumou um cara como eu para casar! Feita a escolha, ele provou, eu PAGAY, eles embrulharam e nós saímos. Ligamos para AD para avisar que já estávamos a caminho.
Achei a voz ao telefone um pouco estranha mas ...
Bratz: AD tá pronto?
A voz: Quem fala?
Bratz: Quem está falando aí?
A voz: Alexandre!
Bratz: Oi! bem que achei estranha a voz. Não foi trabalhar hoje?
Ale: Não. Voce não está sabendo?
Bratz: Sabendo o que?
Ale: O Wans sofreu um acidente .... ...
Bratz: O Wans? Como assim?
Ale: Ontem à noite no ônibus que bateu. Ele cortou a boca e perdeu tres dentes.
Bratz: Putz! Mas ele está bem né?
Ale: Sim, com a boca inchada e cheia de pontos. Estamos indo ao IML para fazer exame de corpo delito para o seguro. Com isto, acho que nem poderemos ir ao encontro hoje.
Bratz: Fato! Mas é compreensível! Quem sabe até à noite ele esteja em condições.
Ale: Estamos de saída. Vou passar para o AD.
Bratz: AD! Que coisa eim? Estamos subindo agora para uma visita rápida ao Wans antes dele sair para o IML.
AD: OK ... [sem palavrão . rs]
Fomos então em direção ao ap dos Bewildes.
Chegando eles já estavam à porta. Abraços e ficamos sabendo os detalhes do ocorrido, mas Wans estava relativamente bem.
Wans e Melo seguem para o IML, enquanto Braccini, Wander e AD seguem rumo à região da Paulista.
Pegamos o Metrô na República e fomos até a Consolação. De lá, seguimos a pé pela Haddock Lobo até a Oscar Freire. Marida queria fazer compras PHINAS. Como ela é abusada com a minha grana!
A prosa como sempre rola solta, desta feita mais cult e sem putarias e palavrões. Pelo menos durante este percurso. Chegamos à Oscar Freire e fomos à Loja Conceito da Havaianas. DD se empolga e compra outro tênis. Com a minha grana é claro. Sugiro o de cor verde/amarelo super tendência, mas AD se intromete e sugere outro. Wander prefere seguir a opinião de AD e escolhe um vermelho/azul. Reclamo da escolha e mais uma vez ADlaine se intromete: "Braccini! Fica na sua! MAGOEI! Mas, como PAU bem mandado fiquei na minha. Aproveito e compro duas sapatilhas super legais para presentear a Mamys. Vamos ao caixa pagar. Rapaz super gateeeeenho [de óculos super chic e "muderno"] pergunta: O senhor fala português? Respondi: Yes! O senhor vai pagar com Real, Dolar ou Cartão? Ai ai! ... ele me tomou por um turista nórdico finíssimo. Adorei isto. Pagamos e saímos. AD quer comprar um short para ir à academia e uma sunga para esperar o Lobo que iria passar férias em Aju na semana seguinte. Olhei para a cara dele e não me contive: Sunga? Lobo? Voce é muito ORDINÁRIA mesmo né? AD olha uns oito shrts. Cada um tem um problema ... muito curto, muito apertado, este não tem bolso [aff ... para que bolso em short meu Deus?]. Enfim, não comprou nada. Seguimos pela Oscar e fomos para a Paulista almoçar. Comemos massas. Depois do almoço FENAC. Eu comprei cartuchos de tinta para minha multi-funcional e AD procurando um livro que também não comprou. Vamos ao Shoppíng dos Coreanos. AD ia comprar uma capa para a máquina fotográfica. Comprou? Sinceramente não sei ... rs ... DD foi ao McDonalds comprar sorvete ... só para ele é claro. Não sei se notaram bem, mas presenteei a Marida com dois pares de tênis, paguei almoço etc e tals e ela não me deu nada, nadinha mesmo, nem um sorvetinho. Aliás, nesta viagem, a única coisa que recebi dele foram favores sexuais mas isto não conta né? Isto faz parte de suas obrigações conjugais mas, enfim, deixa para lá. Cansados resolvemos voltar para descansar um pouco, pois à noite teríamos o MegaHiperSuperEstupendoMagnífico Encontro Blogayro de Sampa. Já no Metrô cheio, Marida e AD conseguiram assentos enquanto LAZINHA cheia de sacolas ficou em pé.
AD solta esta pérola: Ô TIÔÔÔ!!! Deixa eu segurar seu saco!
Bratz não perde a chance! ABRE AS PERNAS, aproxima-se e agradece a gentileza do menino. AD entra em orgasmo. [acreditem ... #fato].
Banho,cremes hidratantes para a pele, rodelas de pepino nos olhos, máscara facial, uma generosa borrifada de Kenzo Air, chapinha nas madeixas, pretinho básico e estávamos prontas, Bratz e a Marida, para o MegaHiperSuperEstupendoMagnífico Encontro Blogayro de Sampa [ops ... ia me esquecendo, Wander estreando seu super fashion tênis novo da Oscar Freire]. Fomos até o ap dos Bewildes para PEGAR [ui] AD. O casal Wans e Melo efetivamente não puderam ir [triste mas compreensível].
O local escolhido foi um barzinho na Haddock Lobo - Tubaína [achei tendência e sugestivo o nome do local "TOBAÍNA"]. Como era bem perto de onde estávamos fomos à pé para podermos dar um pouco de close na noite paulistana. AD, antes de subir Consolação passou no Extra para recarregar o celular. Não sei porque não fez isto antes. Andamos o dia todo em compras e ele nem para providenciar isto. Mas tudo bem.
No caminho o telefone de AD toca 03 vezes ... era um tal de David [blogayra convidada] já no local marcado e reclamando de nossa demora. Comentei: Gente! Ela é uma das anfitriãs e nós as lindas somos de fora. Vamos demorar um pouco mais, fazer um pouco de charme e, assim, chegarmos gloriosas, cheias de glamoursshhhhh.
Chegamos ao Tubaína. Lá só o David. Pessoa super legal, simpática, máscula [acredite se quiser], um sorriso safado emoldurado por uma barba negra muito bem tratada. Corpitcho super no lugar, tanto em prosa como em verso - vale a pena conferir. Resumindo: um Gatão!
Feitas as devidas apresentações, claro que revestidas de todas as lantejoulas possíveis, nos assentamos e pedimos algo para beber. Papo legal, descontraído e, claro, sempre revestido de malícia e de uma safadeza sutil.
Neste meio tempo chegam SAM e Gabriel. Figurinhas difíceis de se conseguir para qualquer coleção sabem como, né? SAM veio incorporada de Samantha Jones, uma drag quase "môlher" mas, minhasamigããããs, a menina é toda comestível, literalmente toda mesmo. corpinho de franga, cabelo tipo VOLUMOSO [ui] a la moicano, sorriso largo, alegre por demais ... superhipermegaalegre ... resumindo: "umALOKA"!
Novas apresentações, novos abraços e novos beijos. Retomando nosso lugares chamamos os garçons [isto mesmo ... os garçons] para renovar nossos copos e servirem os recém chegados.
Detalhe: quem não conhece o Tubaina procure conhecer. Vale a pena mesmo, nem que seja só para apreciar os meninos [meninos? sei!] que ali trabalham no atendimento aos clientes. Minhas amigããããsss ... a gente fica molhada sabe como né? Umidificada mesmo! Mas deixa isto para lá.
Fiquei um pouco mais entretido e em prosa com SAM e Gabriel mas de olho no trio ao lado. A Marida e AD em quase luta corporal para ver quem se exibia mais para o David. Ele por sua vez, se jogando para as duas biscates. Derrepente, David e Marida se levantam e vão ao banheiro juntas. Sabem como são duas "môlhers" em barzinho né? -Vamos ao toalete bem? Preciso retocar a maquilagem! E lá foram as bunitas! Não preciso dizer a cara de AD no momento né? Eu! Fiquei na minha! Não é qualquer "XEPA" que é páreo para mim. Continuei conversando com SAM e Gabriel, mas dando todo o meu CONSOLO para AD. Ainda bem que os tampos de mesa não falam! Graças a Deus!
Passado algum tempo David e a Marida retornam à mesa. Notei um certo ar de felicidade no semblante das duas desavergonhadas mas enfim ...
Marida: Amor pega nas mãos de "Davidiiiiiiiii" e sinta como são sedosas e macias! Peguei e não achei nada disto ... para mim estão mais para mãos de caminhoneiro do que para as de um pianista. Levantei e levei a Marida para fora do bar com a desculpa de fumarmos. Dei-lhe uma espanada e a coloquei, novamente, em seu devido lugar. Daí para frente ela ficou mais mansa e mais quieta, do jeito que eu gosto.
Mais tarde Samanta e Gabriel se despedem, pois ainda iriam para uma Party. As coisas entre David e AD esquentavam, Bratz e Marida se desfrutavam [uma loucuuuuuuura!].
As horas se passaram rápido e o relógio já marcava duas horas da manhã quando resolvemos ir embora. Afinal no dia seguinte cedo tínhamos o Encontro II com Edu&Mau na Padoca Bella Paulista. Despedidas e retorno de taxi com destino ao ap dos Wildes e ao Hotel.

* Ficou um cheiro de feelings no ar!
** Bratz e Marida dormiram novamente de conchinha.

Continua ...

Soundtrack Theme



Paulo Braccini
enfim! é o que tem pra hoje...

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Encontro de Blogayros e seus detalhes sórdidos . Parte II







Bacalhau no Dark Room!

Depois de uma noite de volúpias nada melhor que um bom banho e um café revigorante.  Dez horas da manhã e já estávamos na porta do prédio que acolhe o ninho dos Bewildes. AD, pontualíssimo, já estava na porta, com seus óculos escuros para despistar seus olhares devoradores que caçam  por todos os lados [cafuçus, travas, porteiros, executivos, bibas, anciãos, tudo vale a pena para ele desde que tenham pinto ... ahahahah ...]. Era a primeira vez que via a Maria Bonita por inteiro e à luz do sol. Confesso! Gostei do que vi ... Alto, uma tez morena brejeira, cabelos negros como o ébano, corpitcho super em forma, aparelho super charmoso destacando por sobre os dentes. Mas, como nada é perfeito, percebi de imediato que o gato não ostentava um PACOTE do tipo volumoso. Abraços e beijos de bom dia trocados iniciamos nossa jornada.
AD pergunta: Inhaíííí caralho! onde vamos?
Braccini: Vamos ao Museu da Palavra na Estação da Luz e ao Mercado Municipal. Pode ser ...
AD: Porra! Tudo bem ...
Caminhamos ali pelo velho centrão de Sampa até a Estação da Luz. Prosa diversa e agradável sempre permeada de comentários safados, fosse com piadas internas, detalhes sórdidos observados pelo caminho, ou sobre os blogayros conhecidos. Amigos! Voces devem ter ficado com as orelhas quentes nOn eh?
Chegando à Estação da Luz compramos nossos ingressos e encaminhamos para o elevador de acesso ao museu. Percebi AD um tanto quanto absorto e questionei o motivo. Ele nos esclareceu que era devido ao rapaz que nos atendeu na chapelaria. Voltei para conferir. Uma biba bem fazível. Clarinho, com uma barba modulada em corte moderno o que lhe conferia um ar bem atraente mesmo.
Voltando ao nosso roteiro. No elevador, o ascensorista [bem tipo cafuçu] nos informa que a exposição temporária não estava montada e que estavam disponibilizando só o segundo andar para visitação. Fazer o que né? Seguimos nosso destino. Quando saímos do elevador, eu fui o último da fila. Wander - AD - Braccini. Foi quando, pela primeira vez, pude observar com maior acuidade o VERSO de ADlaine. Senti um certo calor que me percorreu todo o corpo. O rapaz do agreste tem uma bunda super dentro dos conformes. Percebi também que o ambiente estava  com pouca luz e um ar condicionado  delicioso o que conferia ao ambiente uma atmosfera super aconchegante.
AD diz: Isto está parecendo um Dark Room!
Braccini aproveitando a deixa se aproxima e lhe aplica uma pegada por trás que ficará eternamente gravada na memória de Maria Bonita como um dos momentos de maior tesão de toda a sua vida. Pena que, neste momento ouço uma voz de repreensão.
Marida: Paulo Roberto! Menos! Está me ouvindo? Menos!
Aquietei-me e continuamos nosso tour, mas deixo aqui registrado: Uma sensação prazerosíssima pegar AD por trás.
AD acessa um recurso de multimídia ali disponível e nos proporciona uma aula sobre a história de Aracaju.
Terminada a visita ao museu, nos dirigimos ao Mercado Central. No caminho, visitamos várias lojas especializadas em Vestidos de Noivas que por ali se concentram. Maria Bonita se desorienta com os modelitos expostos nas vitrinas. Foi uma luta para convencê-la que ainda era cedo para ela se preocupar com sua vestimentas nupciais já que, nem pretendente ela ainda tinha conseguido.
Chegamos ao Mercado e a Marida impaciente para comer Pastel de Bacalhau. Nos dirigimos à banca que comercializava o produto e veio a eterna dúvida que sempre paira sobre a cabecinha do DD quando comprar qualquer coisa. 
Wander: Hum! Não sei se quero! É muito grande! Não vou aguentar.
AD: Aguenta sim. Pega só um! Se não aguentar vc divide comigo. 
Wander: Mas se estiver gostoso e eu sentir que aguento tudo?
AD: Então fazemos assim: Eu pego um e como e vc pega outro e come!
Assim decidido fizeram os pedidos. Eu, por meu lado, não como estas coisas ordinárias. Sou PHINA que nem a VACA JERSEY. Enquanto aguardavam a atendente plantar o trigo, buscar água na fonte, ir até a Noruega e pescar o Bacalhau para finalmente fritar o pastel [pqp ... eita pastel demorado], fui a outra barraca pegar uma Salada de Frutas para mim. Que delícia poder saborear aquelas FRUTINHAS FRESCAS todas regadas com generosa porção de Leite Condensado. Enquanto nos deliciávamos com nosso FOOD [até agora não sei porque] ...
AD fala: Vontade de tocar uma PUNH....! Ai! Ki Loucuuura!
Bratz: Por falar em PUNH...., voce é um cara grande, tem mãos grandes, pés grandes, enfim, é tudo grande por aí? 
AD fica surpreendentemente desconcertado mas responde: Sou normal cara, sou normal. Isto de correspondência de valores não tem nada a ver.
Braccini retruca: Fato! Nada a ver mesmo. A Marida é baixinha, tem mãos pequenas, pés pequenos mas, Papai do Céu compensou tudo isto com uma coisa ENOOOOOOOOOORRRRME!!!
Marida com cara de cachorro chupando manga me olha e diz: Grrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr! 
AD completa: Braccini aproveita e fica na sua! Frente a tudo isto fiquei na minha. Muito linda.
Voltamos ao Hotel [os tres]. Não pensem bobagem. A Marida foi repousar enquanto eu e a Bonita nos aconchegamos no sofá e ali nos deliciamos mutuamente com altos papos filosóficos. Enqunto a Marida continuava em seu repouso e em seus sonhos eróticos com o Braccini, saímos novamente com a desculpa de que AD precisava comprar apostilas para sua irmã. Durante esta caminhada introduzi [ui] o AD em todas as referências puteiras do centro de Sampa [Cine República, Art Palácio, Novo Saci, São José, Arouche, Zen - Clube Black Out, Upgrade e Thermas 484].
Retornando ao Hotel, a Marida na porta com aquela cara de cachorro zangado. Foi óteeeema a cena ... só de lembrar me molho toda ... kkkkk.
AD voltou para a mansão dos Bewildes, enquanto eu e a Marida subimos, fomos tomar banho e FORNICAMOS muito, até que a fome e a vontade de comer outras coisas se mostrou mais forte. Saímos, jantamos e voltamos para cama e dormimos como anjos em conchinha. 

Continua ...


Soundtrack Theme



Paulo Braccini
enfim! é o que tem pra hoje...

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Encontro de Blogayros e seus detalhes sórdidos . Parte I


Promessa é dívida, então vamos lá. 
Os detalhes sórdidos que permeiam um encontro de Blogayros em Sampa. 
A saga será dividida em 04 capítulos, para que a leitura por parte das amigããããããsss seja mais leve.


A Chegada!

Chegamos, eu e a marida, no dia 28/07, uma quarta feira, ali pelas 16:00 horas. Aeroporto, taxi, hotel ... já no táxi um cafuçu de primeira grandeza ao volante. Bratz com toda a sua sutileza, assenta no banco da frente e joga a marida no de trás e segue linda jogando todo seu charme e safadeza para cima do dito, um dito que tinha um "cujo" respeitável, a julgar pelo volume que se desenhava por entre as suas coxas. Mas enfim, isto foi só um treinamento básico, já que a cara de poucos amigos da marida no banco de trás não deixava qualquer dúvida sobre o seu humor e, aqui entre nós, nada pior que uma greve de sexo em plena lua de mel, não é mesmo? Chegando ao hotel, malas desfeitas, banho tomado, algumas carícias, e o boquetezinho básico e logo saímos à procura de algo para comer [do tipo comida mesmo] pois estávamos sem almoço e o ronc-ronc já incomodava. 
Bratz passa um torpedo para AD: "Chegay, seguindo rumo à Paulista para comer algo ou alguém".
Seguimos à pé pela Augusta, para já ir desfrutando da paisagem safada que só a Paulicéia Desvairada é capaz de proporcionar. Encontramos um pequeno restaurante que muito me agradou pelo público que ali estava a comer petiscos e a sorver geladas em cima de geladas. Nos acomodamos e enquanto a marida escolhia o que comer, o celular toca. Bratz olha, não reconhece o número e não atende. Celular toca de novo e  Bratz olha e não atende, outro número desconhecido. Falando com a marida, que já havia escolhido o cardápio para as duas e também feito o pedido, disse: Será que estas ligações são de AD? Tentei os dois números que chamaram, chamaram, chamaram e ninguém atendeu. Bem, deixa pra lá eu disse. Jantamos. Estava tomando o café final quando novamente o celular toca e, desta vez atendi: 
Bratz: Pronto
Do outro lado: Porra! Já liguei várias vezes e voce não atende esta merda! Quero ressarcimento dos créditos utilizados!
Bratz: Boa noite AD! Como voce está?
AD: Caralho! Que dificuldade para conseguir falar com voces!
Bratz: Mas então, já que voce está bem, então me diga onde voce está? Eu e Wander estamos aqui na Augusta quase esquina da Paulista!
AD: Cacete! Estou aqui na Bela Cintra quase com Paulista!
Bratz: É, estamos pertinho, quer encontrar?
AD: Claro né Bosta!
Bratz: Então tudo bem. Já estou pagando a conta aqui e vou subir a Augusta e pegar a Paulista. Voce sobe a Bela Cintra e pega a Paulista também e nos encontramos no meio do caminho, OK?
AD: Porra! OK!
Desligo o celular, pago a conta, e seguimos, eu e a marida rumo ao destino combinado.
Paulista lotada. 
Marida pergunta: D! como voce vai reconhecê-lo no meio deste povo todo?
Bratz: É só prestar atenção e procurar um cabeça chata de óculos tipo mais altinho.
Chegando perto da Haddock Lobo vejo a Maria Bonita. 
Ela vem toda feliz ao nosso encontro, como se estivesse tendo uma visão de um anjo e grita:
Braccini que bom te ver!
Bratz lhe dá um abraço e também manifesta sua satisfação em conhecê-lo pessoalmente, mas sem aquele close todo de ADlaine. Apresento a marida para AD e AD para a Marida. Marida cumprimenta, mas sem conseguir dissimular seu ar de ressabiada.
Bratz pergunta: E então, indo para onde? 
AD: Estou andando a tempos aqui pela região e já estava me preparando para descer. Os meninos [Wans&Melo] já devem ter chegado  do trabalho e tenho que ir  preparar o banho e o jantar para eles. É o preço da hospedagem.
Bratz: Então vamos descendo e colocamos em dia nossos papos. Esta coisa de aeroporto e avião desde cedo me cansaram.
Seguimos pela Haddock, Augusta, São Luiz, República e o papo fluía legal. Sergipe, Minas, Blogs, Bicholices, Intimidades foram os temas da prosa.
Já na República falei. 
Vamos ali até o Hotel, deixo a marida lá e vou te levar até o ap dos meninos. Assim já os vejo e mato as saudades.
Deixamos a ressabiada no Hotel e fomos para a casa de Wans&Melo.
ADelaine chega à portaria do prédio e saca a chave do bolso. Gente, os meninos confiaram à doida as chaves do ap. Fiquei pasma! Mas enfim ... 
AD lança um olhar de cobiça para cima do porteiro e eu, com toda a minha discreção faço cara de paisagem, tipo "não tô nem vendo nada".
Subimos, AD abre a porta e grita!
Já chegaram? Estou entrando! Olhem o que eu trouxe comigo! Um garoto de programa!
Ao soar esta palavra mágica "GAROTO DE PROGRAMA", o silêncio até então tétrico, foi substituído por dois gritos, um vindo do quarto e outro do banheiro: EIMMMMMMMM!!!
Do quarto surge o Melo já com a respiração acelerada e do banheiro sai o Wans com a boca toda branca de pasta e a escova ainda presa na bochecha.
Rimos muito, nos abraçamos, e nos assentamos para uma prosa rápida, pois a hora já se fazia um tanto quanto adiantada.
Discutimos sobre cinema, literatura, tv, blogs, amigos, nossas rotinas e claro ... "sequiçu e putaria".
Para poupar as amigãããããsss vou registrar aqui tão somente a performance de ADelaine no ninho dos Bewildes.
Segundo o casal, todas as manhãs, antes de saírem os dois para o trabalho, deixavam por escrito todas as tarefas domésticas programadas para a "intrusa" executar como pagamento pela hospedagem, mas também deixavam um bônus diário para ela, já que, segundo os Bewildes, as tarefas sempre foram executadas com capricho inquestionável. 
Deixavam todas as manhãs o sofá da sala devidamente armado na posição "cama mode on", coberto com lençol limpo, rolo de papel higiênico à mão,  o FLESHJACK devidamente higienizado ao lado, um livro [livro mesmo] só com fotos de NECAS [de todos os tipos, cores e formatos que trouxeram de Amsterdã por ocasião da última viagem internacional que as "phinas" realizaram] além, é claro, de uma TV, tela de LCD, devidamente ligada em um canal PORNÔ - HOTMAN . Assim, ADlaine, ADão, ADonis e o próprio AD poderiam se divertir por todo o dia, se acabando em  intermináveis orgias PUNHETAIS.
Já exausto pelo dia extenuante, me despedi de todos e voltei para o Hotel, onde a marida me esperava ansiosa. No caminho, fui alvo de cobiça desenfreada de travas e machos que se mordiam na disputa para ver quem ganhava um tostão de minha atenção. Segui linda e poderosa ao encontro de meu amado.
Chegando ao Hotel, lá estava ela, nua em pelo, jogada sobre lençóis brancos e perfumados à minha espera. Atirei-me sobre ela e nos deliciamos em um sexo intenso e quente, até que, extenuados, dormimos abraçados em conchinha.

Continua ...


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Paulo Braccini
enfim, é o que tem pra hoje...

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