Promessa é dívida, então vamos lá.
Os detalhes sórdidos que permeiam um encontro de Blogayros em Sampa.
A saga será dividida em 04 capítulos, para que a leitura por parte das amigããããããsss seja mais leve.
A Chegada!
Chegamos, eu e a marida, no dia 28/07, uma quarta feira, ali pelas 16:00 horas. Aeroporto, taxi, hotel ... já no táxi um cafuçu de primeira grandeza ao volante. Bratz com toda a sua sutileza, assenta no banco da frente e joga a marida no de trás e segue linda jogando todo seu charme e safadeza para cima do dito, um dito que tinha um "cujo" respeitável, a julgar pelo volume que se desenhava por entre as suas coxas. Mas enfim, isto foi só um treinamento básico, já que a cara de poucos amigos da marida no banco de trás não deixava qualquer dúvida sobre o seu humor e, aqui entre nós, nada pior que uma greve de sexo em plena lua de mel, não é mesmo? Chegando ao hotel, malas desfeitas, banho tomado, algumas carícias, e o boquetezinho básico e logo saímos à procura de algo para comer [do tipo comida mesmo] pois estávamos sem almoço e o ronc-ronc já incomodava.
Bratz passa um torpedo para AD: "Chegay, seguindo rumo à Paulista para comer algo ou alguém".
Seguimos à pé pela Augusta, para já ir desfrutando da paisagem safada que só a Paulicéia Desvairada é capaz de proporcionar. Encontramos um pequeno restaurante que muito me agradou pelo público que ali estava a comer petiscos e a sorver geladas em cima de geladas. Nos acomodamos e enquanto a marida escolhia o que comer, o celular toca. Bratz olha, não reconhece o número e não atende. Celular toca de novo e Bratz olha e não atende, outro número desconhecido. Falando com a marida, que já havia escolhido o cardápio para as duas e também feito o pedido, disse: Será que estas ligações são de AD? Tentei os dois números que chamaram, chamaram, chamaram e ninguém atendeu. Bem, deixa pra lá eu disse. Jantamos. Estava tomando o café final quando novamente o celular toca e, desta vez atendi:
Bratz: Pronto
Do outro lado: Porra! Já liguei várias vezes e voce não atende esta merda! Quero ressarcimento dos créditos utilizados!
Bratz: Boa noite AD! Como voce está?
AD: Caralho! Que dificuldade para conseguir falar com voces!
Bratz: Mas então, já que voce está bem, então me diga onde voce está? Eu e Wander estamos aqui na Augusta quase esquina da Paulista!
AD: Cacete! Estou aqui na Bela Cintra quase com Paulista!
Bratz: É, estamos pertinho, quer encontrar?
AD: Claro né Bosta!
Bratz: Então tudo bem. Já estou pagando a conta aqui e vou subir a Augusta e pegar a Paulista. Voce sobe a Bela Cintra e pega a Paulista também e nos encontramos no meio do caminho, OK?
AD: Porra! OK!
Desligo o celular, pago a conta, e seguimos, eu e a marida rumo ao destino combinado.
Paulista lotada.
Marida pergunta: D! como voce vai reconhecê-lo no meio deste povo todo?
Bratz: É só prestar atenção e procurar um cabeça chata de óculos tipo mais altinho.
Chegando perto da Haddock Lobo vejo a Maria Bonita.
Ela vem toda feliz ao nosso encontro, como se estivesse tendo uma visão de um anjo e grita:
Braccini que bom te ver!
Bratz lhe dá um abraço e também manifesta sua satisfação em conhecê-lo pessoalmente, mas sem aquele close todo de ADlaine. Apresento a marida para AD e AD para a Marida. Marida cumprimenta, mas sem conseguir dissimular seu ar de ressabiada.
Bratz pergunta: E então, indo para onde?
AD: Estou andando a tempos aqui pela região e já estava me preparando para descer. Os meninos [Wans&Melo] já devem ter chegado do trabalho e tenho que ir preparar o banho e o jantar para eles. É o preço da hospedagem.
Bratz: Então vamos descendo e colocamos em dia nossos papos. Esta coisa de aeroporto e avião desde cedo me cansaram.
Seguimos pela Haddock, Augusta, São Luiz, República e o papo fluía legal. Sergipe, Minas, Blogs, Bicholices, Intimidades foram os temas da prosa.
Já na República falei.
Vamos ali até o Hotel, deixo a marida lá e vou te levar até o ap dos meninos. Assim já os vejo e mato as saudades.
Deixamos a ressabiada no Hotel e fomos para a casa de Wans&Melo.
ADelaine chega à portaria do prédio e saca a chave do bolso. Gente, os meninos confiaram à doida as chaves do ap. Fiquei pasma! Mas enfim ...
AD lança um olhar de cobiça para cima do porteiro e eu, com toda a minha discreção faço cara de paisagem, tipo "não tô nem vendo nada".
Subimos, AD abre a porta e grita!
Já chegaram? Estou entrando! Olhem o que eu trouxe comigo! Um garoto de programa!
Ao soar esta palavra mágica "GAROTO DE PROGRAMA", o silêncio até então tétrico, foi substituído por dois gritos, um vindo do quarto e outro do banheiro: EIMMMMMMMM!!!
Do quarto surge o Melo já com a respiração acelerada e do banheiro sai o Wans com a boca toda branca de pasta e a escova ainda presa na bochecha.
Rimos muito, nos abraçamos, e nos assentamos para uma prosa rápida, pois a hora já se fazia um tanto quanto adiantada.
Discutimos sobre cinema, literatura, tv, blogs, amigos, nossas rotinas e claro ... "sequiçu e putaria".
Para poupar as amigãããããsss vou registrar aqui tão somente a performance de ADelaine no ninho dos Bewildes.
Segundo o casal, todas as manhãs, antes de saírem os dois para o trabalho, deixavam por escrito todas as tarefas domésticas programadas para a "intrusa" executar como pagamento pela hospedagem, mas também deixavam um bônus diário para ela, já que, segundo os Bewildes, as tarefas sempre foram executadas com capricho inquestionável.
Deixavam todas as manhãs o sofá da sala devidamente armado na posição "cama mode on", coberto com lençol limpo, rolo de papel higiênico à mão, o FLESHJACK devidamente higienizado ao lado, um livro [livro mesmo] só com fotos de NECAS [de todos os tipos, cores e formatos que trouxeram de Amsterdã por ocasião da última viagem internacional que as "phinas" realizaram] além, é claro, de uma TV, tela de LCD, devidamente ligada em um canal PORNÔ - HOTMAN . Assim, ADlaine, ADão, ADonis e o próprio AD poderiam se divertir por todo o dia, se acabando em intermináveis orgias PUNHETAIS.
Já exausto pelo dia extenuante, me despedi de todos e voltei para o Hotel, onde a marida me esperava ansiosa. No caminho, fui alvo de cobiça desenfreada de travas e machos que se mordiam na disputa para ver quem ganhava um tostão de minha atenção. Segui linda e poderosa ao encontro de meu amado.
Chegando ao Hotel, lá estava ela, nua em pelo, jogada sobre lençóis brancos e perfumados à minha espera. Atirei-me sobre ela e nos deliciamos em um sexo intenso e quente, até que, extenuados, dormimos abraçados em conchinha.
Continua ...
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Paulo Braccini
enfim, é o que tem pra hoje...






