segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

O Tempo Implacável!



E não é que o Elian vai ficando cada vez mais velhinho! Foi no dia 30/11.
Tadinho!
Como consolo dei-lhe uma vela para ele assoprar. Quase não conseguiu!
Fazer o que né?
Parabéns e muitas felicidades, mesmo com a "vela " apagada!

Bratz Elian
enfim! é o que tem pra hoje ...

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Käfig e o espetáculo Pixel!



A Compagnie Käfig de Mourad Merzouki - francês de origem argelina, atualmente diretor do Centro Coreográfico Nacional de Créteil - foi criada em 1996. Merzouki soube expandir a linguagem do hip-hop para um cruzamento de múltiplas disciplinas: circo, artes marciais, artes plásticas e dança contemporânea, sem perder de vista as raízes de sua dança, suas origens sociais e geográficas.
O espetáculo Pixel nasceu do conceito de união da dança às projeções digitais, da ideia de mesclar realidade e mundo virtual. A pesquisa sofisticada de Claire Bardainne e Adrien Mondot dá vida ao mundo digital de uma maneira artesanal e de extrema sensibilidade. Mourad Merzouki une a dança da Käfig ao delírio das imagens. Homens e imagens unidos com graça. A tecnologia do digital colocando o homem no centro dos desafios tecnológicos e o corpo no coração das imagens.

Sobre Pixel

Em Pixel, a pesquisa sofisticada de Claire Bardainne e Adrien Mondot dão vida ao mundo digital de uma maneira artesanal e com extrema sensibilidade. O diretor artístico Mourad Merzouki une a dança ao delírio das imagens, expandindo a linguagem do “hip-hop” para um cruzamento de múltiplas disciplinas: circo, artes marciais, artes plásticas e dança contemporânea, sem perder de vista as raízes de sua dança, suas origens sociais e geográficas.
Os 11 bailarinos da companhia evoluem em um ambiente de sonho, na fronteira entre o virtual e a realidade. É um trabalho sobre a ilusão, conjugando a energia e a poesia, ficção e proeza técnica, “hip-hop” e circo, uma verdadeira expressão da arte oriunda das mentes delirantes de seus criadores.

Pixel, por Mourad Merzouki - diretor artístico da companhia

"Estamos constantemente expostos a imagens, vídeos e mídias digitais. Telas estão por todos os lugares. Alguém só precisa andar pelas ruas das grandes capitais de alguns países para imaginar o que será a cidade do futuro: uma grande exposição de imagens, que agora fazem parte da nossa vida cotidiana.
O projeto Pixel nasceu quando eu conheci Adrien Mondot e Claire Bardainne e do fascínio que senti naquele momento: era como se eu não fosse capaz de perceber a diferença entre os mundos real e virtual. Rapidamente decidi tentar uma nova associação usando essas novas tecnologias no mundo da dança.
A primeira experiência misturando dança e vídeos interativos foi de tirar o fôlego para os artistas que faziam parte do projeto. Com a mesma curiosidade e mente aberta que me inspira, enfrentei, durante essa nova aventura, um mundo impalpável criado pela projeção de luz desenvolvida por Adrien M / Claire B Company. O desafio de fazer os dois mundos interagirem um com o outro e o de encontrar um equilíbrio sutil entre as duas técnicas, para que a dança e as representações abstratas, interajam sem que uma delas fique em vantagem sobre a outra, fez com que eu me desestabilizasse novamente com a forma através da qual abordo o gesto. Sigo essa busca pelo movimento, que continuo a desenvolver e aprimorar em cada uma das minhas criações, com novas restrições e novos parceiros de "jogo".
Além das projeções de vídeo, eu queria que a música de Armand Amar casasse em perfeita colaboração com a coreografia e as imagens, como um convite caloroso para viajar. Acompanhando os artistas, sua música revela a energia, bem como a poesia que se encontra no corpo do dançarino.
Esses novos caminhos de descoberta me permitiram trabalhar sobre essa prorrogação da realidade e enfrentar um mundo sintético, o que é estranho para um coreógrafo que se alimenta de corpos e material. Habitamos a dança em um espaço onde o corpo só enfrenta sonhos, desenvolvendo gestos em paisagens que se movem, criadas por Adrien M e Claire B.
Eu queria abrir o caminho no qual o mundo sintético da projeção digital interage com a realidade do dançarino.
Cada artista tem uma brincadeira imersa em um mundo desconhecido, com uma mente que compartilha a energia e o virtuosismo do “hip-hop”, misturando poesia e sonhos, para criar um show no cruzamento das artes."

O grupo se apresentou em Belo Horizonte no Palácio das Artes, no último dia 26 de outubro. Um espetáculo memorável que, definitivamente, marcou meu repertório de expectador das artes.



Bratz Elian
enfim! é o que tem pra hoje ...

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

A Puta do Pote!





Antes de mais nada vou avisando que a postagem é um tanto quanto grande mas vale a pena ser lida. Um momento ímpar de minha trilha em BlogsVille. Muito engraçado!
Sempre fui um amante deste recanto e, confesso, continuo sendo mas, ele já foi melhor e regado de menos pudores.
Há mais de 4 anos postei isto, já nem lembrava mais. 
No entanto, recebi agora um comentário meio que atrasado sobre ele, fato que me relembrou este momento único nestas paragens e que me levou a repostá-lo.

"Algumas pessoas primam por saber vender uma autoimagem, sempre permeada de pureza e candura. Recentemente tive oportunidade de conhecer, mais na intimidade, um amigo blogueiro aqui de BH, que muitos em BlogsVille talvez também conheçam pela sua imagem de candura, pureza e santidade. Meu Deus, o menino de anjo só tem a carinha ... realmente um gatinho delicioso mas que está muito mais para filhote do Bratz do que para filho de Jesus. Outro dia pedi a ele o msn para que pudéssemos nos conhecer melhor e, quem sabe até encontrarmo-nos e termos uma amizade bacana. Ele me passou e eu adicionei.
Em nosso primeiro contato pelo messenger, depois estendido para um encontro bem mais íntimo [entendam como quiserem] ele revelou sua verdadeira identidade de puta safada.
Para que os amigos blogueiros não mais se iludam com o gajo, transcrevo aqui algumas confidências deste projeto de bandida em nossos papos: 
Samanta entra no msn como ocupada: 
Bratz: sem te atrapalhar aí ... só para dizer q add ... 
Samanta : opa! tá atrapalhando não! estava só te esperando... tudo bem??? 
Bratz: blz... 
Samanta : nos conhecemos foi no chat do uol né? 
Bratz: uol??? tá louco?... Sou o Bratz do Enfim... é o que tem pra hoje e você do Blog ... ... ... rs 
Samanta: kkkkk desculpa Bratz, me confundi aqui ... força do hábito ... 
O papo prossegue. 
Bratz: Quando digo que BlogsVille é uma panela é neste sentido mesmo ... uma comunidade única, pois todos são amigos de todos ... qdo aparece um novato em um blog em poucos dias ele está em todos os outros ... 
Samanta: ah, tá! eu entendi que vc falava de não ter abertura (UI!) para membros (UIII!) externos (ALOKA) 
Mais adiante: 
Samanta : mas vc querido mora onde em BH? tem qtos anos? ficha completa 
Bratz: tô achando que vc empolgou com o lance do UOL. Só falta perguntar "atv ou pass? 
Samanta: mas continuando minha ficha... tenho 29 anos, sou branco, 1,74m, 70kg, dote médio, versátil e tô no bairro das Claras Batidas em ponto de bala ... o nick é CasadoAfimCAM 
Outro momento: 
Samanta: Vc é habilidoso e consegue conduzir a conversa pra onde vc quer. mas eu sou teimoso e não fico atrás ... (quer dizer, fico atrás tb, se pedirem com carinho. rs) 
Bratz: Sei viu? kkkkkkkkkkkkkk vc é um cara ordinário eim? 
Samanta: já deu para perceber q vc tb é #desses hahahahahahaha fazer o que, né? rs 
Marcando o primeiro encontro: 
Bratz: e quais seriam os melhores dias? o dia e a hora q vc puder e quiser podemos marcar! semana q vem não posso na quarta de tarde pois tenho compromisso ... 
Samanta: nossa! fala assim não que o meu lado dominador assume o comando... rs ... e na quinta? 
Bratz: blz ... combinado ... quinta no final da tarde ... vc diz onde vc vai estar e eu te pego [ui] ... 
Samanta: ai, se eu te pego! rs ... eu posso estar em qualquer lugar #teletransportefeelings ... rs ... 
Bratz: então vc marca um lugar q seja prático para vc e eu apareço ... 
Samanta: estarei em casa (acho). eu moro pertinho do metrô. então fica fácil de encontrar com vc em um lugar próximo da linha. vamos facilitar pra vc tb: onde fica mais fácil, considerando as estacões de metro? 
Bratz: então, acho q a da Central é a mais fácil ... 
Samanta: por mim sem problemas mas acho que vc preferiu a central pq ali tem mais opções do que fazer (sentar num boteco qualquer, numa praça, numa sauna gay... aloka!) ... vamos marcar pra mais ou menos 16 horas. mas eu ligo confirmando antes. Ou, se vc precisar ligar tb, pode ligar no XXXX-6969 (reparou o número do telefone? percebe-se que sou puta... rs) 
Bratz: mas é mesmo ... isto é número q se apresente? hahahahhaha 
Samanta: pode procurar na sessão RELAX dos classificados que tem uma trava loira usando esse número... rs 
Bratz: com certeza! rs anotei todas as referências da vadia ... acho q todo este papo vai dar um excelente post kkkkkkkk 
Samanta: huahuahaua A PUTA do POTE! rs pode postar. eu não seria capaz. desde que vc poupe nomes (pode usar Samanta como nome de guerra), e o telefone original (que eu não quero superlotação de clientes na minha agenda) rs... não tem tem nada tão comprometedor assim .. rs ... só o dote médio, né? rs ... mas quem sabe se a propaganda não atinge quem gosta de anjinhos barrocos como eu? rs 
Bratz: anjinhos barrocos né? gordinhos e de pau pequeno ... rs 
Samanta: kkkkk tá. não precisa ser pp pode ser p ou m que é meu manequim. já fico feliz.. rs 
Nos encontramos e no meio da conversa quando falo que estou indo para Sampa no Carnaval ele ficou injuriado ... 
Samanta: como assim? você vai e não me convida? 
Bratz: uai nem te conhecia ainda quando marquei a viagem ... rs 
Samanta: então eu vou também. vôce providencia uma colchonete para sua marida debaixo da cama e eu durmo com voce na cama de casal... bem assim? 
Bratz: como???"





Os comentários. Talvez, a melhor parte da postagem:

ManDrag - Afff! Mas que puta sabida e desembaraçada! Será que essa criaturinha nunca ouviu falar em ética, boa educação e bons costumes? Estou banzado! Bjx

Paulo Roberto Figueiredo Braccini . Bratz - mas ser puta não é um ótimo costume? rs

Serginho Tavares - que puta, meu Deus... e EU que ainda me surpreendo?

Paulo Roberto Figueiredo Braccini . Bratz - #comoassim? surpreende? rs

Cores da Crise de meia idade! - Miserircórdia, Muso....vc é mineiro e não aprendeu a reconhecer o santinho de pau (!) oco? Esse é legítimo....Pode leiloar que vai conseguir preço bom no mercado livre!!! bjs

Paulo Roberto Figueiredo Braccini . Bratz - querido! como bom mineiro só reconheço pau[ui]cheio ... rs

FOXX - olha, eu sei de qm vc está falando, mas me surpreendi muito com essa conversa...

Paulo Roberto Figueiredo Braccini . Bratz - #comoassim? surpreso? rs 

Frederico - asuahsuahusahsah adoro essas história no estilo programa da Márcia Goldschmidt ahsuaushuhas 

Paulo Roberto Figueiredo Braccini . Bratz - já tive proposta para estrelar no programa da Márcia. vou preparar um caso com vc ... kkkkk  

Junnior - Isso tá me cheirando pegadinha. Kd a câmera? Bjaum. 

Paulo Roberto Figueiredo Braccini . Bratz - a "pegadinha" não foi durante o diálogo via cam ... foi depois ... e é ótima ... se é q me entende né? rs  

Cara Comum - Hahahahahahahaha... Puta é assim mesmo!!! Só que ao contrário, né?! rs Eu me divirto muuuuuuuuito nesse seu blog! Beijos, querido! 

Paulo Roberto Figueiredo Braccini . Bratz - 
ah! isto eu sei querido ... vc se divertiu por demais com meu "BLOG" ... kkkkkkkkkkk  

Cesinha - Boa tarde. De tudo o que pensei acho que sobrou apenas isso: eu entendo cada vez menos certas coisas... deve ser alguma forma de aprendizado às avessas! Beijão 

Paulo Roberto Figueiredo Braccini . Bratz - brincadeira menino ... só uma tremenda brincadeira! 

Edilson Cravo - Bratz: Tô em choque...rs. Não sei quem é, mas a pessoa é desinibida hein...hahahaha. Abraços querido. 

Paulo Roberto Figueiredo Braccini . Bratz - vc está é em ROSA CHOQUE! não te conheço? 

Cesinha - Entender eu entendo, mas... digamos que entender tá de bom tamanho. Abração.  
PS: Como o comentário é direto pra mim achei melhor não publicar. Pra não estragar a piada... se é que me entende... 

Paulo Roberto Figueiredo Braccini . Bratz - ok ... super te entendo ... 

Diego Dellano - Aaaaa papinho de Principiante! Hahahaha Acho que Sou mais desenvolto! kkkkkkkkkkkk 

Paulo Roberto Figueiredo Braccini . Bratz - ulha! ele se revelando tb ... rs 

Mark, O gato preto contador de estórias - Só tenho uma coisa a dizer "PUT´z"... 

Paulo Roberto Figueiredo Braccini . Bratz - no meu tempo a gente dizia era PUTA'S mesmo ... kkkk 

Majoli - Não sei quem é, nem faço ideia, nossa mas como é puta essa puta do pote.....huhuahuahuahuahua. Coitada da marida, dormir no colchonete...rsrsrs Blogosfera e suas "feras"...rsrs Beijos paulo querido. 

Paulo Roberto Figueiredo Braccini . Bratz - sim! a puta do pote é uma puta e a marida sabe bem a puta q ele tem tb ... OMG 

Lobo - Nada duvido dessa figura... absolutamente nada HAUAHAUHAU 

Paulo Roberto Figueiredo Braccini . Bratz -  como duvidar né Lobo ... os semelhantes se entendem ... kkkk 

Diogo Didier - Traiçoeria, bandida, ordinária, esqueci algum adjetivo?! ah sim: PUTA! kkkkkkkkkkkkk...PERFEITO! Bjoxxxx querido!

Paulo Roberto Figueiredo Braccini . Bratz - esqueceu sim ... cachorra, vadia ... rs 

Arthur Dantas - Meu Santo Cristo. Que pessoa mais disparatada. Eu, hein. Mas preciso confessar que, de costas, ele é gostosinho. Enfim... 

Paulo Roberto Figueiredo Braccini . Bratz - Meu Santo Cristo! Mais um q conhece o menino de costas ... rs 

Fernando Munhoz - Gostei da falta de sutileza! E que super, mega puta! ahsuahsuha Bjos Bratz.

Paulo Roberto Figueiredo Braccini . Bratz - se é amigo do Bratz vc queria o que eim? tem q ser uma MEGA Puta ... 

Fernando Munhoz - Hahahahah! Só você Bratz! 

Cesinha - Concordo plenamente com seu comentário. É que ontem eu estava “faxinando” as coisas e achei que cabia um pouco de Viviane. Eu sou mais chegado, digamos... vai uns trechinhos... (só um pouquinho... kkkkkkk). Beijão. 

E também rastejais comigo
pelos túneis das noites clandestinas 
sob o céu constelado do país
entre fulgor e lepra
debaixo de lençóis de lama e de terror
vos esgueirais comigo, mesas velhas,
armários obsoletos gavetas perfumadas de passado,
dobrais comigo as esquinas do susto
e esperais esperais
que o dia venha...
Do corpo. Mas que é o corpo?
Meu corpo feito de carne e de osso.
Esse osso que não vejo, maxilares, costelas
flexível armação que me sustenta no espaço
que não me deixa desabar como um saco 
vazio
que guarda as vísceras todas
funcionando
como retortas e tubos
fazendo o sangue que faz a carne e o pensamento
e as palavras
e as mentiras
e os carinhos mais doces mais sacanas
mais sentidos
para explodir uma galáxia
de leite
no centro de tuas coxas no fundo
de tua noite ávida...

(Poema Sujo – Ferreira Gullar)

Paulo Roberto Figueiredo Braccini . Bratz - Gullar sempre Gullar ... nada contra a "sujeira" das palavras, muito antes pelo contrário ...

::::FER:::: - Nossa! É possivel isso acontecer? Não sei se eu teria coragem de encontrar com alguém que eu tenha falado só por msn...  

Paulo Roberto Figueiredo Braccini . Bratz - mas nós não nos conhecíamos só pelo msn não ... já nos conhecíamos a muito pelo Blog ... obrigado pelo carinho da visita ... chegando aí já já ... bjão 

Angelo Augusto Paula - Morri de rir. Todo a conversa, a cascata de surpresas... kkkkkk Tem gente de todo jeito. Esse era o que tinha pra hoje. Abração, meu caro! 

Paulo Roberto Figueiredo Braccini . Bratz - obrigado querido ... estou tentando te pegar [ui] via seu perfil mas o Google tá de sacanagem comigo aqui agora e não consigo ... mais tarde te pego ... rs 

Juan Heféstion - Ninguém conhece ninguém, é fato...E "surpresas" desse tipo sempre podem acontecer. Um abraço!!!!! 

Paulo Roberto Figueiredo Braccini . Bratz - sim ninguém conhece quase ninguém né? Mas o Bratz todos conhecem ... kkkkkkkkkkkkkk 

Lobinho - Bratzlene, to bege, azul,violeta,arco-iris com a srita. kkkkkk. Providenciar colchonete pra marida foi a gota d água. Beijos,querido. 

Paulo Roberto Figueiredo Braccini . Bratz - #comoassim! Tô bege? A puta do pote talvez vc conheça pouco mas a Bratzlene a Senhora já conhece no fundo ... kkkkkkk 

Gay Incomum - Gente, quem será a figura em questão? Não ouso levantar suspeitas, mas algumas pistas verdadeiras ou falsas pelo texto, me apontam alguém. Será? =| Abração!! 

Paulo Roberto Figueiredo Braccini . Bratz - investiga q vc descobre ... rs 

Raphael Martins - Coincidentemente teclei com essa Samanta recentemente, mas ela não estava tão assanhada... ahahahahaa  

Paulo Roberto Figueiredo Braccini . Bratz - mas é q ela só se revela assim para outra tão assanhada qto ... rs 

Dave - Má que que é isso? hahahahahahahahahahahahahahahhahaha Abraço.

Paulo Roberto Figueiredo Braccini . Bratz - o q é isto? papo de putas ... kkkkkkkkkkkkk 

Eraldo Paulino - Como diria Nelson Rodrigues.... é só a vida como ela é! Bjs, Bratz! 

Paulo Roberto Figueiredo Braccini . Bratz - Ainda bem que a vida nos concedeu Nelson Rodrigues para nos ajudar a entendê-la melhor. Um sábio, um filósofo, dos melhores que conheci. 


Meu Deus! Por onde anda a Puta do Pote. Sumiu sem deixar rastros.  Saudades de você queridão.

Bratz Elian
enfim! é o que tem pra hoje ...

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Gata em Teto de Zinco Quente!




Há muitos e muitos anos atrás, assisti a obra prima do dramaturgo americano Tennessee Williams, Gata em Teto de Zinco Quente em sua versão cinematográfica com Paul Newman e Elizabeth Taylor. Um clássico imperdível.

Agora fui rever a obra em sua versão teatral no CCBB aqui em Belo Horizonte. Um resgate deste brilhante texto de Tennessee e que continua atualíssimo.
Em uma visão psicanalítica podemos dizer que "a verdade cura".
Evidentemente, ao falar em verdade, referimos-nos à verdade subjectiva, a única que se conhece, em psicanálise.
Uma (psic)análise não é mais que o confronto do sujeito com a verdade. Aceitar a sua verdade, em pleno, tolerar a brutalidade da mesma, suportar a dor que lhe subjaz, eis a primeira premissa da cura analítica. Doravante, através do complexo trabalho baseado na relação transferencial, a verdade subjetiva abre-se à transformação e muda. Contrariamente à verdade objectiva, a subjetiva muda, transforma-se, permitindo que o sujeito refaça percursos, trilhe novos caminhos, escapando, assim, à tremenda força da compulsão à repetição.
Em Gata em Telhado de Zinco Quente, uma vez mais, Tennessee Williams sublinha o peso e importância capital da verdade na vida psíquica do indivíduo.
A verdade de Brick, quando emerge, tornando-se consciente, transforma o curso da personagem. O sintoma desaparece.
Na gênese da problemática de Brick está a complexa relação / identificação com o paterno.
Brick é um homem castrado, simbolicamente: sem trabalho, sem pujança e sem desejo. A sua virilidade é trôpega, senão coxa, amparada por uma muleta. O calcanhar fraturado – e a sua dependência do álcool - constituem a prova insofismável de uma masculinidade tosca e mal-arrumada.
No filme, tal como na peça, a resolução da conflitualidade constitutiva do sofrimento de Brick implica um revisitar das profundezas: o ajuste de contas com o pai dá-se nos confins de uma funda e imensa cova, cravejada de memórias familiares.
Brick, pela primeira vez na vida, ousa enfrentar o pai, assumindo a sua ambivalência: reivindica o seu amor, enquanto expressa de modo brutal a sua raiva e ódio. O pai autocrata e onipotente, preso a um narcisismo frágil, revela então o seu imenso amor pelo filho predileto.
A magnífica ousadia de Brick – prova da internalização e afirmação do "phallus" – põe termo a uma lógica de submissão e passividade.
Aliás, o fantasma homossexual que paira sobre a personagem  decorre de uma identidade masculina frágil, secundária a uma quase impossível identificação com o pai viril. Como disse, o abandono do masoquismo submisso e passivo, motivado pela afirmação e ousadia fálicas, ditam a mudança.
Gata em Telhado de Zinco Quente é uma obra singularíssima, pela vitalidade psíquica que a mobiliza e norteia e pelo inusitado sentido dramático que comporta.
E quem pensa que a natureza humana é pacífica e serena, ou é ignorante, desconhecendo o poder construtivo do conflito, ou nunca leu Tennessee Williams. 
Para ler e rever - a peça e o filme - a cada cinco anos, dos trinta em diante.
A verdade cura. Sem sombra de dúvida, um dos mais belos e violentos dramas retratado na tela e porventura, o mais teatral.

"A verdade cura". Sem sombra de dúvida...


No Teatro: A montagem do paulista Grupo TAPA de “Gata em telhado de zinco quente”é a mais nova versão desse clássico no Brasil. Escrita em 1955, retrata o jovem casal Maggie e Brick. Por não ter filhos, eles sofriam a comparação com o irmão dele na disputa sobre quem ficaria com a herança da família. No original, porém, há muito mais do que isso. Entre seus temas, está a capacidade de cada um de conviver com os próprios segredos e com os dos outros por muito tempo. O diretor Eduardo Tolentino de Araújo dirige Zécarlos Machado, André Garolli, Fernanda Viacava e Noemi Marinho.
A expressão “gata em teto de zinco quente” faz parte do vocabulário do sul dos Estados Unidos, tendo sido usada desde o início do século XIX para descrever a habilidade em se manter estável em situações de conflito. Na peça “Cat on a hot tin roof”, a imagem de um gato deitado no telhado de metal sob o sol escaldante, em que se pergunta sobre até quando ele aguentará o calor, abre o panorama geral onde se encontram os personagens.
Na estória original de Tennessee Williams, em uma grande fazenda de algodão no Mississipi, uma família está reunida para comemorar o aniversário do patriarca. Os irmãos Brick, com sua esposa Maggie, e Gooper, com sua esposa Mae e seus cinco filhos, acabaram de almoçar com sua Mãe e o homenageado. A peça, que nessa versão (como no texto) acontece toda dentro do quarto de Brick e de Maggie, começa quando ela entra para trocar o vestido recém sujo por um dos filhos de Gooper. Ela relata ao marido o que aconteceu na mesa: seus cunhados fizeram de tudo para agradar o sogro Paizão (Big Daddy), esse que visivelmente, segundo Maggie, gosta mais de Brick, seu primogênito, apesar desse não ter filhos.
Toda a narrativa se passa na metade de um dia de maneira que o tempo da estória e o de sua representação são os mesmos. Mas, aos poucos, vão ficando claros alguns antecedentes dramáticos. No passado, Brick fez algum sucesso como jogador de futebol, mas seguiu carreira como comentarista esportivo. Na madrugada anterior, de acordo com jornais do dia, ele quebrou o tornozelo quando tentava saltar na quadra da escola, expondo a público sua debilidade física. Essa se deve sobretudo à prática do alcoolismo, iniciada imediatamente depois da morte de seu fiel parceiro Skipper, que é quando também Brick e Maggie começaram a dormir separados e nunca mais tiveram qualquer relação sexual.
Assim, embora o título, principalmente em português, privilegie a personagem Maggie, é em Brick que toda a história de “Cat on a hot tin roof” acontece. Seu isolamento impõe a todos os demais personagens, a começar pelo de sua esposa, uma recondução de seus caminhos. Os fatos dele não ter tido filhos, de ter melhor se dedicado a uma (agora abandonada) carreira nos esportes e de ser alcoólatra dão a Gooper e sua família esperanças quanto à herança do Paizão, cuja morte por câncer pode acontecer em breve. Por seu turno, Paizão, aparentemente rejuvenescido no dia de seu aniversário, exige explicações sobre a saúde de seu filho preferido. Qual a verdadeira relação entre a morte de Skipper, o alcoolismo de Brick e a infertilidade do casal?
A direção de Eduardo Tolentino de Araújo, articula bem este texto majestoso. Nessa dramaturgia, Tennessee Williams disfarça, nos diálogos, os referentes necessários para se compreender a situação a partir de sua complexidade. Desse modo, na medida em que eles vão sendo menos requisitados, o ritmo naturalmente melhora até que o clima vai ficando devastador. É como se um sol vagarosamente fosse aquecendo o telhado até o ponto em que mesmo uma tempestade não conseguisse esfriá-lo, mas talvez o deixasse ainda mais insuportável. Fazendo com que os atores explorem as palavras e as imagens do texto, ele oferece, de um modo geral, riquíssimo repertório de expressões que garantem a tensão sobre a qual se dá todo o conflito. A movimentação e sobretudo o jeito como os quadros foram articulados nessa montagem – que se dá sem intervalos – revelam criatividade, mas mais do que isso profundidade no trato. Tudo isso nutre convívio nobilíssimo entre o célebre autor, o palco e o público, feito que precisa ser valorizado.

Vale a pena ver ou rever!

Bratz Elian
enfim! é o que tem pra hoje ...

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Aniversário do Blog Desabafo!


Desabafo...

Na ausência de uma amigo "confiável" em que eu possa desabafar, compartilhar momentos, segredos, expor sentimentos, sensibilidades, emoções, defeitos, dramas, frustrações, dúvidas e opiniões, eu utilizo este meu "cantinho" como ferramenta de escape para suprir esta necessidade interna, este impulso irreprimível. Além disso, aqui podemos compartilhar e discutir assuntos nos quais no dia à dia não temos a oportunidade.

Ro Fers

O amigo blogueiro Ro Fers e seu Blog Desabafo completam 06 anos de BlogsVille. 
Penso que o sigo desde as primeiras postagens, e o vi amadurecer, namorar, casar, mas também continuar a eterna criança de sempre. 
Acho que isto é legal nele.
O aniversário é do Blog Desabafo mas foi ele presenteou o Bratz com o Selo Desabafo e eu, aqui e agora, retribuo este carinho com esta postagem. 
Como é tradição em BlogsVille, todo Selo tem suas regras [Postar este selo, desabafar 06 coisas sobre o Bratz e repassá-lo à 06 blogueiros] o que cumprirei da melhor maneira possível.
Vamos lá!

O Selo

- Desabafando seis coisas sobre o Bratz:

1 - Não tenho medo da velhice e nem da morte, mas tenho medo do sofrimento físico.
2 - Não vivo sem Viagens, Cinema e Música.
3 - Se pudesse não dormiria. Eita perda de tempo!
4 - Tenho fama de "maluco". Adoro isto! Sinal de que trilhei, trilho e trilharei os melhores caminhos da vida. Nestes termos tenho consciência de que sou perfeitamente normal e que, loucos, são os outros.
5 - Sou perfeccionista, sistemático, adoro uma rua e relacionar com o mundo, adoro observar a vida e filosofar.
6 - Amo, tresloucadamente, o Bratz.

- Seis imagens que revelam o Bratz por inteiro [ou quase - ainda tenho meus segredos - rs]:

Homem - Eu gosto

Chapéu - Charme

Café e Cigarro - Adoro

Pés - Uma tara

São Paulo - Uma Paixão

Me Aporrinhou? - Foda-se com Categoria!

- Indicações: Quem quiser entrar na brincadeira será bem vindo!

Bratz Elian
enfim! é o que tem pra hoje ...

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Requiescat in pace!



Mais um ano chega ao fim e, com ele, fechamos mais um ciclo de nossas vidas. 
Dia 02 de novembro próximo é, de nossa cultura, celebrar a memória de nossos antepassados que já partiram desta vida.
Minhas saudades e reverências aos que me precederam nesta nova dimensão.

"Requiescat in pace"!

Bratz Elian
enfim! é o que tem pra hoje ...

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Do primeiro ao último trago!










O preâmbulo desta série de postagens poderá ser visto clicando aqui.

Politicamente correto que nada, dou de ombro com as regras da geração saúde. O que eu quero mesmo é acender mais um cigarro.
Não sou o típico viciado, oscilo períodos entre fumante e não fumante, isso porque o ato de fumar tem de ser prazeroso e não mecânico e involuntário; e fumar é deliciosamente bom.
É até meio suicida eu sei, mas sentir a fumaça invadir o corpo junto com a sensação de alívio (não sei bem do quê) é um prazer a se permitir. Tudo bem que algumas vezes (muitas) o cigarro serve como muleta, na qual eu me apóio em momentos de estresse, fome, desilusão, raiva e principalmente decepções sentimentais. 
Curioso, há tempos percebi que minhas recaídas às tragadas geralmente têm como protagonista algum homem. A figura masculina fumando é - na maioria das vezes - extremamente sensual, e eles tragam com uma vontade ímpar; basta olhar alguns caras fumando e minha boca saliva de vontade, e nesse idílio de voyeur perco o controle e acendo “só unzinho” que às vezes é o primeiro de uma sequência.
Vou do primeiro ao mais recente cigarro por eu acesso em um breve relato, com cheiro de tabaco: 
O primeiro cigarro a gente nunca esquece, e no meu caso aprendi as técnicas de fumar a fim de provar para um “meu” homem que sim conseguiria aprender a dar uns traguinhos. Ele, maldoso que era, a me ver brincando com um cigarro me disse: “Você nunca vai conseguir tragar, nem adianta tentar”. E claro que a partir dessa sua colocação eu engasguei muito tentando (às escondidas) aprender a fumar, e aprendi. Todo orgulhoso e pretensioso fumei na frente dele (para seu desespero) e não parei por um período considerável. 
O último a ser acesso é conseqüência de ter dividido, de brincadeira, um cigarro inocente com um homem que mesmo sem ainda saber eu estava apaixonado. O cigarro nos ligava, e o sabor da nicotina transpassada pelo ar que ele aspirava era delicioso de se ver, muitos foram os cigarros fumados juntos, divididos. 
Quando ele não estava por perto acendia um, só para matar a saudade e sentir o vazio que ele deixava ser preenchido pela fumaça quente e espessa do cigarro – nosso elo. E por isso voltei a fumar, para surpresa de muitos, uns poucos cigarros diários (mais noturnos) como o que agora vou acender e fumar pensando em alguém que vale menos que o cigarro apagado, jogado ao chão e pisado casualmente. 


ps: Cirurgia realizada, em casa e passando bem. Mais uma etapa vencida. Agora é recuperar da intervenção e observar os resultados, Que sejam positivos, nem que sejam para mais um ano tranquilo. 

Bratz Elian 
enfim! é o que tem pra hoje ...

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Sexo literário!



O preâmbulo desta série de postagens poderá ser visto clicando aqui.

Aconteceu em uma rede social, por intermédio da (muitas vezes estigmatizada como fria e distante) conexão via internet. Somos três, todos com pouco mais de trinta anos, inteligentes, intensos, bem e também mal-humorados, sabedores do que somos e sem nenhum medo de brincar com as palavras, palavras estas que muitas vezes me estupram e em outras ocasiões deitam em meu peito e repousam cálidas. A centelha que deu início às labaredas incandescentes foi sem dúvida minha afirmação de que após as 00:00 horas estava liberada a baixaria. De imediato minha amiga Carine proclama por Norminha (A Casa dos Budas Ditosos), e sem cerimônia anuncia que o personagem literário sou eu.
Sidney, tomado de lascívia, adentra na sacana conversa. Tento a inútil defesa, e me defino como um híbrido entre Macabeia (A hora da estrela) e a devassa Norminha – em vão mesmo. Recorro também à questionável inocência de Capitu – a dúvida é um traço da minha personalidade.
Risadas, conteúdo erótico, pornografia e muita cara de pau, eis que nos deparamos com a inquestionável maravilhosa obra de Machado – Dom Casmurro. E não apenas a traição ou não de Capitu foi discutida, nós alados que somos queríamos algo mais alto, superior. Entregues ao momento, que em breve explodiria em epifania, assumimos nossos desejos pelos personagens. Bentinho levou tapinhas na bunda (meu amigo Sidney era voraz), Capitolina sadicamente sucumbiu ao nosso autoritário sexo literário e todos nós nos misturamos àqueles personagens que se faziam humanos enquanto nós nos transformávamos em letras/palavras. E nessa orgia eu sujo de fluídos, palavras, pensamento e “Devaneios de um Cabaré” assumi pela primeira vez minha paixão por Escobar – que estava suado e satisfeito junto a nós. Bento me perdoe a traição, Capitu sorria satisfeita e vingada, pois Escobar é meu objeto de desejo e ele foi inteiro meu naquela noite, ao som de música francesa acompanhada dos sussurros e gemidos cúmplices.

Giuliano Nascimento

ps: Sexta-Feira, dia 21/10, mais uma intervenção cirúrgica, a sétima nos últimos 06 anos. E vamos que vamos em nossa luta com perseverança. Nada de desistir porque a vida é linda e precisa ser vivida plenamente.

Bratz Elian
enfim! é o que tem pra hoje ...

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