segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Krum!



Este final de semana fomos assistir a peça Krum, baseada na obra do israelense Hanoch Levin, dirigida por Marcio Abreu, interpretada por Renata Sorrah e a Cia. Brasileira de Teatro.
Ela está muito bem acompanhada no palco por um elenco que conta com nomes como: Cris Larin, Danilo Grangheia, Edson Rocha, Grace Passô, Inez Vianna, Ranieri Gonzales, Rodrigo Bolzan e Rodrigo Ferrarini. Eles ajudam a narrar a história de um homem que decide voltar para casa quando o protagonista – que dá nome ao espetáculo – retorna ao bairro simples onde nasceu, confessa aos personagens de sua vida passada que não viveu nenhum tipo de experiência transformadora ou sequer encontrou aquilo que estava procurando [escrever um livro].
A peça fala sobre o cotidiano humano, sua mesmice e pequenez. Sua eterna espera por um milagre q mude sua vida, aliada à sua eterna apatia e falta de ação proativa que promova as reais mudanças esperadas. Com essa história, procura-se investigar valores que parecem esquecidos.
Ainda que escrito há mais de quatro décadas, “Krum” permanece extremamente atual e talvez se encaixe até melhor melhor no contexto atual vivido no mundo.
Ao longo de sua narrativa, o público acompanha dois enterros e dois casamentos. Uma sequência de cenas curtas é costurada entre as cerimônias, compondo um quadro da vida daqueles personagens simplórios. Entram na trama a mãe de Krum, seus amigos, sua antiga namorada e os vizinhos. Breves episódios de suas vidas desenrolam-se diante dos espectadores, que são instados a se identificar com a perspectiva distanciada e irônica do protagonista.
– São personagens que refletem sobre sua existência, mas ao mesmo tempo possuem desejos medíocres que são de fácil identificação para todos nós: eles querem o melhor carro, querem casar com alguém rico e ter dinheiro em determinado momento. Em outros dias, simplesmente fumar um cigarro já os satisfaz.

Um espetáculo e tanto, bem a cara de Bratz.


Bratz Elian
enfim é o que tem pra hoje ...

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Toda a Vida!



A vida é a oferta que agradeço hoje. 
Toda a vida é hoje. 
Os teus olhos e os meus olhos. 
O ponto em que se deram é hoje. E até onde chegam e de onde regressam, é hoje.
Toda a vida é hoje, e parece-me suficiente o ter vivido tanto se neste hoje de hoje cabe o teu lúcido
olhar sobre mim, e o futuro é um hoje perpetuamente teu.
Concede-me agora a felicidade de morrer, hoje que não tenho nem passado nem medo.

Federico Gallego Ripoll

ps: assim fazemos nosso percurso diário.

Bratz Elian 
enfim! é o que tem pra hoje ...

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Cala-te!




Entrega sempre a tua beleza
sem cálculo, sem palavras.
Cala-te. E ela diz por ti: eu sou.
E com mil sentidos, chega,
chega finalmente a cada um.

Rainer Maria Rilke


Bratz Elian
enfim! é o que tem pra hoje ...

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

A arte de perder!



“A arte de perder não é nenhum mistério
Tantas coisas contêm em si o acidente
de perdê-las, que perder não é nada sério.
Perca um pouco a cada dia. Aceite austero,
a chave perdida, a hora gasta bestamente.
A arte de perder não é nenhum mistério.
Depois perca mais rápido, com mais critério:
lugares, nomes, a escala subsequente
da viagem não feita. Nada disso é sério.
Perdi o relógio da mamãe. Ah! E nem quero
lembrar a perda de três casas excelentes.
A arte de perder não é nenhum mistério.
Perdi duas cidades lindas. Um império
que era meu, dois rios, e mais um continente.
Tenho saudades deles. Mas não é nada sério.
Mesmo perder você (a voz, o ar etéreo, que eu amo)
Não muda nada. Pois é evidente
que a arte de perder não chega a ser um mistério
por muito que pareça (escreve) muito sério.”


Elizabeth Bishop

Flores Raras

Filme narra a história desta mulher que, em busca de sentido e alimento espiritual para sua vida e, consequentemente, para suas poesias, vem passar uma temporada no Rio, onde vivia uma grande amiga sua dos tempos de faculdade. Acontece que, por vários motivos, essa pretendida pequena temporada se transforma em 15 surpreendentes anos, vividos sob profundos sentimentos de amor, prazer e produção literária. É quando desenrola-se uma verdadeira, intensa e apaixonante história de amor entre ela (Elizabeth Bishop) e Lotta, Maria Carlota de Macedo Soares, arquiteta-paisagista, interpretada brilhantemente por Glória Pires.



Bratz Elian
enfim! é o que tem pra hoje ...

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Alceu Valença . Acústico



Então! Chegou o grande dia. Poder assistir a um dos maiores cantores da MPB aqui em BH.
Hoje no Cine Theatro Brasil Vallourec teremos esta oportunidade  ímpar.
Para vocês, uma pitada do que aguardo com ansiedade de um mineiro que ama a canção regional nordestina. Neste Vídeo Alceu interpreta seus sucessos com a Orquestra Ouro Preto em um DVD premiado como o melhor do ano de 2014.


Se estiver interessado e com tempo veja aqui o DVD completo.


ps: saudades de ADzinho!

Bratz Elian
enfim! é o que tem pra hoje ...

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

BeHoppers! I Charleston Belo Horizonte.


Grupo BeHoppers ocupa praças e ruas emblemáticas de Belo Horizonte, dança e faz saltos sincronizados

Be hopper, em tradução livre, significa “seja saltador”. Para ser um saltador, é preciso improvisar, dar pulinhos. Saltos certamente ficam mais bonitos na dança, ainda mais quando sincronizados. O nome do arranjo de passos saltitantes é lindy hop, e se popularizou nos Estados Unidos nos anos 30. Mas, como a pegada retrô está em alta, tanto na moda, quanto no estilo de vida contemporâneo, nada mais adequado do que elevar essa predisposição à dança. Para divulgar a ideia, o grupo de dança belo-horizontino BeHoppers utiliza movimentos aéreos para combinar liberdade a um estilo vintage de bailar.
Em clara alusão ao amor por Belo Horizonte, tendo as iniciais de BH em destaque no nome, o grupo segue uma tendência mundial: o projeto I Charleston The World prevê a propaganda da dança e a homenagem às cidades pelo mundo. Em forma de vídeo, a admiração pelo lindy hop é colocado em harmonia com os cartões postais da região. O movimento ainda é ascendente no Brasil, com representantes na capital mineira e em São Paulo, mas está presente em mais de 80 centros urbanos na América do Norte, África, Ásia e Europa. “O projeto existe há três anos e vem conquistando espaço, principalmente por retratar uma dança descontraída, sem muito rigor com técnicas. Isso faz com que as pessoas se apaixonem por essa liberdade de dançar”, certifica Sônia Silva, de 39 anos, membro do BeHoppers. 
No vídeo intitulado 'I Charleston Belo Horizonte', que já foi visto mais de 300 mil vezes, os dançarinos ocupam as ruas e praças famosas para colocar os saltos sincronizados em evidência. Desde a igrejinha da Pampulha, o grupo passa pelas praças da Estação e Liberdade e mirante das Mangabeiras, com direito a muita firula e cor. A direção e produção foram pensadas em conjunto, mas sempre deixando a espontaneidade aflorar na hora das gravações. “Quisemos deixar transparecer no vídeo tudo aquilo que o lindy hop nos transmite: algo alto astral, leve, feliz e agradável. Acredito que por isso está tendo uma recepção boa”, celebra Bia Cambraia, de 33 anos, uma das fundadoras do grupo, em atividade desde 2012. Ela fez parte da primeira turma de alunos desse tipo dança em Belo Horizonte, e a sala de aula não sustentou a vontade de expor pro mundo o amor pelo gingado vintage. 
Mas o lindy hop não é só amor pela dança. Bia diz que o BeHoppers conta hoje com 25 integrantes, que traduzem a paixão pela harmonia dos saltos no companheirismo e amizade. “A dança é importante, mas nossa união não é só por ela. No grupo encontramos um ambiente de liberdade de expressão e entendimento. Somos muito liberais e tentamos ser igualitários a partir da tolerância à diferença”, finaliza.

ps: Artigo publicado por Luiz Othavio Gimenez em Xôtifalá.

Assista aqui este espetáculo de dança e aproveite para conhecer Belo Horizonte, Minas Gerais. Gostaria, e muito de saber dançar assim.



Bratz Elian
enfim! é o que tem pra hoje ...

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Bratz o "Coxinha"!



A Última Seção: Toda semana, eles marcam um almoço no mesmo restaurante. Lá, um grupo de amigos, na casa dos 70 e 80 anos, come, bebe e revive alegrias e mágoas. Psicodrama um pouco confuso mas a a experiência do elenco, no entanto, segura o pique da montagem, entre o riso e a perplexidade, e compensa um pouco a falta de consistência na dramaturgia. Gostei|


Raia 30: Tancinha, Tonhão, Sally Bowles, Sheila, Charity Valentine e muitas outras figuras vividas por Cláudia constroem o eclético musical, que passa por vários momentos icônicos de sua carreira.
Não estão presentes todos os personagens e a escolha foi pelos mais estereotipados e mais teatrais, afinal, é um espetáculo que fala da relação da atriz e bailarina com o próprio teatro e também sobre como ele a acolheu. Assim Claudia Raia conta sua vida no Musical. Supimpa!


Beatles num Céu de Diamantes: Sem diálogos e acompanhados de piano, percussão e violoncelo, dez cantores-atores criam uma história inovadora através de quase 50 músicas do Beatles. Entre as canções escolhidas estão: “Help”, “I wanna hold your hand”, “Lucy in the sky with diamonds”, “Let it be”, e outros clássicos. Fantástico!


Além deste lado cultural, Bratz se sentiu um verdadeiro "COXINHA", devidamente instalado em um flat entre os "diferenciados" lá pelas bandas de Higienópolis. OMG!



ps: Hoje tem Programa Partidário do PT no Rádio e na TV. Lula e Dilma estarão lá. Minhas panelas já estão aqui de prontidão e com um brilho lindo.

Bratz Elian
enfim! é o que tem pra hoje ...

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