quinta-feira, 2 de julho de 2009

VERGONHA no Congresso Nacional ou melhor no Congresso de PUTAS

danilo-gentili-agredido

E a PUTARIA continua no Congresso Nacional e, pasmem, com apoio oficial de LULA e sua CORJA.

Ontem fui cobrir a queda do Sarney mas acabei caindo antes dele. Na verdade acabaram "me" caindo.
Na entrada do Coronel Sarney ao Senado fui recebido com empurrão e socos de um segurança. Ele impediu que eu caminhasse e disse: "O Sarney não quer responder". Eu disse "Tudo bem, mas eu quero perguntar". Consegui sair do primeiro segurança. Mas logo fui recebido por outro segurança com um gesto de dar inveja aos caras do NX-Zero: o cara me segurou forte por trás.
Após eu ser agarrado por trás fui jogado no chão. Quando eu estava lá embaixo consegui enxergar os princípios da política nacional. Pensei: "Ah...então é aí que você estava esse tempo todo! Nesse chão sujo".
Levantei preocupado, pois senti que tive meu cabelo despenteado. Mas consegui superar isso e me dirigi até o elevador. Falei antes que a porta fechasse: "Fizeram comigo o que querem fazer com o senhor. Me derrubaram".
No fim das contas a matéria repercutiu por aí e a Polícia Federal do Senado baseou sua defesa no argumento que ninguém me agarrou, pelo contrário, eu que me joguei. E de fato eles tem razão. Eu fiz isso logo após ter batido com minha canela na sola de sapato do segurança e logo após eu ter encaixado meu corpo nos braços do capanga. Quando se passa muito tempo defendendo mentirosos é aceitável que um dia você se defenda com a mentira.
Terminando com o velho discursinho, quero dizer que acredito que numa democracia eu tenho o direito de perguntar e você tem o direito de não responder. E o segurança tem o direito de me agredir. Digo... Ele teria esse direito se ao invés de numa democracia vivéssemos numa anarquia. E eu juro que simpatizo mais com a anarquia do que com a democracia. Porém quando a anarquia pode ser praticada só por um lado então não é anarquia. É tirania. Ou filho-da-putice, como chamam isso na minha rua.
O que eu posso dizer é que amo o que faço e fico feliz de saber que enquanto fizer humor político no Brasil jamais vai faltar matéria-prima de primeira pro meu trabalho.

By Danilo Gentili . CQC .






Paulo Braccini
enfim, é o que tem pra hoje...

Filosfofando . Filosofia e Ética

*Série . Filosofia*
Filosofia e Ética . A diferença entre a Ética e a Moral


Paulo Braccini
enfim, é o que tem pra hoje...

10 Razões para você dar uma chance a BH


Este post retrata uma visão de um paulista sobre Belo Horizonte.
Amei pois se trata de um texto super interessnte, extremamente bem cosntruído e cheio de dicas super legais. Confira:
"Antes de mais nada, quando falo em "dar uma chance", não é no sentido de fazer caridade, não. Belo Horizonte é uma graça de cidade. Mas menos gente vai conhecê-la do que poderia. Aqui vão alguns motivos para você se animar e experimentar.
1 ::: O acesso é relativamente fácil. Até dá para ir de carro: são 588km a partir de São Paulo e 444km do Rio. De ônibus, oito horas separam BH da capital paulista. Mas o melhor é aproveitar as ofertas das companhias aéreas - não é raro encontrar passagens na casa dos R$99. Fora das promoções, vá de OceanAir: as poltronas reclinam mais, o espaço entre as fileiras é maior e cada trecho sai em torno de R$150 a partir de Congonhas. Como o antigo aeroporto da Pampulha agora só recebe voos de dentro de Minas, você descerá em Confins, que fica nosconfins do mundo. Mas ônibus executivos fazem o trajeto até o Centro por R$ 16,90, em intervalos de 30 minutos.
2 ::: BH é uma cidade agradável. Na grande área central demarcada pela Avenida do Contorno, as ruas, limpas e muito arborizadas, são mais convidativas para um passeio a pé do que as de São Paulo (apesar das ladeiras). O Parque Municipal é bonito e não merecia estar tão descuidado. Talvez tenha sido o feriado, mas também tive a sensação de que a capital mineira é calma e segura. Um amigo carioca me disse que BH é uma "metrópole com jeitão de interior", e agora consigo entender o que ele quis dizer.
3 ::: Se toda cidade pacata do interior tem uma praça, BH está muito bem servida nesse quesito. O planejamento urbano do Contorno desenhou várias delas. A que mais me encantou foi a Praça da Liberdade, com lindos jardins, coreto, duas fileiras de palmeiras imperiais e uma bucólica fonte luminosa. Outra que vale uma olhada rápida é a Praça do Papa, no caminho para Mangabeiras, que está em um plano elevado e tem uma vista OK da cidade (mas o melhor pôr-do-sol, você vê um pouco mais adiante, no Mirante das Mangabeiras).
4 ::: Para interessados em arquitetura, BH também tem uma porção de construções desenhadas por Oscar Niemeyer, incluindo até mesmo um "Copanzinho": o Edifício Niemeyer, na Praça da Liberdade. Nos anos 40, para desenvolver o entorno da Lagoa da Pampulha, Juscelino Kubitschek, então prefeito de BH, encomendou a Niemeyer vários edifícios, formando um conjunto arquitetônico: a Igreja São Francisco de Assis (que virou símbolo da cidade), a Casa do Baile (que tem jardins de Burle Marx e hoje sedia eventos de arquitetura e design) e o Museu de Arte da Pampulha, que nasceu como um cassino. Vá no fim de semana e aproveite para conferir as beldades fazendo cooper na Lagoa.
5 ::: Enquanto São Paulo tem os Jardins e o Rio tem Ipanema, em BH a zona charmosa é formada pelos bairros de Lourdes (que lembra o Moinhos de Vento em Porto Alegre) e Funcionários (onde fica a região conhecida como Savassi). Não espere uma Oscar Freire que concentre todo o movimento: os lugares legais estão dispersos, espalhados pelas ruas da região. Algumas dicas são o Graciliano (Rua Marília de Dirceu, 40), mistura de restaurante e delicatessen que faz festas eletrônicas quinzenais às sextas, o Yo Sushi (Rua Inconfidentes, 302), restaurante japonês fervidinho, e o California Coffee (Rua Sergipe, 1199), bom para fazer aquela pausa e tomar um Black Forest (espécie de shake de café gelado com gostinho de floresta negra).
6 ::: A comida é ótima e custa menos do que no eixo Rio-SP. O melhor almoço da viagem (e que ganhei de aniversário) foi no Café do Museu, que serve pratos contemporâneos divinos em um belo espaço, no mezanino do Museu Abílio Barreto. Para se esbaldar na culinária típica, omust de BH é o Xapuri: em um ambiente que recria uma casa de fazenda, são preparados no fogo à lenha pratos tradicionais mineiros em versões mais leves e atualizadas (vá cedo, a espera pode ser inviável). Na linha gordelícias, tem os incríveis milk shakes de amendoim e de nutella do Edie Fine Burgers, os croissants de amêndoas da Casa Bonomi e os doces da Ah Bon. E, se a larica bater de madrugada, aposte nas massas 24hs do La Greppia ou nos pratos de estivador do tradicional Bolão, em Santa Tereza.
7 ::: Você gosta de bebericar, petiscar e jogar conversa fora? Então saiba que BH é a capital dos bares e botecos, com lugares de todos os tipos, cores e tamanhos. A tradição é reforçada pelo festival "Comida di Buteco", espécie de concurso anual em que 41 botecos criam receitas que reinterpretam a culinária de raiz (a edição 2009 já rolou). Meu endereço preferido é o Café com Letras (Rua Antônio de Albuquerque, 781), um bar-livraria construído numa casinha antiga absolutamente fofa e encantadora. Frequência bonita, música cool, pratos saborosos, uma torta de limão incrível e o melhor cosmopolitan que já provei. É só abstrair o serviço, um tanto apalermado, para não dizer pateta.
8 ::: A Josefine - ou Jô, para os nativos - é um dos melhores clubes gays em que já estive, tendo como parâmetro a noite de outras capitais do mesmo porte de BH. No térreo, a pista principal recebe uma mistura bem animada de pólo boys novinhos, barbies descamisadas e meninas fervidas, que dançam ao som do residente Mauro Mozart, um cafuçu altamente umidificante (ovulei horrorezzz com a cara de mau dele!). No piso superior, há outra pista, com um lindo jogo de lustres azuis e vermelhos, em que o som é electro. Como alternativas à Jô, há o Andaluz Club Café, também gay, e alguns clubinhos modernos/mixed, como o Miss Pig e o Mary In Hell. Isso se não tiver alguma festa especial rolando por aí.
9 ::: Cansou da capital? Existem várias atrações bacanas nas imediações. Todo mundo lembra primeiro das cidades históricas: a superpop Ouro Preto, com suas ladeiras, igrejas e restaurantes, fica a apenas uma hora de carro. Se preferir algo menos muvucado e mais intimista, tente Tiradentes, a 210km de BH. No capítulo ecoturismo, oParque Nacional da Serra do Cipó tem esportes radicais e uma porção de cachoeiras. Por fim, o Inhotim (em Brumadinho, a 60km de BH) é uma espécie de centro de arte contemporânea, formado por sete pavilhões espalhados dentro de um belo parque ambiental. Quem conhece diz que é incrível (tive que deixar esse passeio para a próxima visita, que não deve demorar).
10 ::: Last but not least, a maior surpresa da viagem: os mineiros! Nunca vi um povo tão acessível, simpático, carinhoso. É muito fácil puxar papo com gente nova e você logo se sente inserido. Conhecê-los e jogar conversa fora com eles é um prazer, dá para ficar horas ali (vai ver que é por isso que existem tantos bares). Sem falar que eles recebem muito bem: em minha estada de quatro dias, não passei cinco minutos sozinho. Os baianos que se cuidem, porque os mineiros são sérios candidatos ao título de povo mais boa-praça do Brasil.
Gostou? Visite o blog textos, contextos e pretextos de introspective . link abaixo:



Paulo Braccini
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quarta-feira, 1 de julho de 2009

Consumido pela culpa

Inacreditável! Bizarro! Indignado!

consumido pela culpa

Meu melhor amigo, Chiquinho, tem uma irmã com síndrome de down que é quatro anos mais nova que eu. Comigo ela sempre foi muito simpática e educada, ao atender o telefone ou quando eu os visitava. Até me disse uma vez que me achava muito legal, algo que ela não dizia aos outros rapazes que frequentavam sua casa.
Bem, no feriado da sexta-feira da paixão fui à casa do Chiquinho pra jogar video game e jogar conversa fora. Ficamos jogando à tarde, e sua irmã, Fernanda, junto conosco brincando com suas bonecas e ocasionalmente nos assistindo. A mãe dos dois estava fora fazendo compras. O telefone tocou lá pelas dezoito horas, era a mãe de Chiquinho. O seu carro havia estragado e pediu que ele fosse até lá ajudá-la.
Chiquinho me pediu para tomar conta de sua irmã enquanto ele ia ver o carro. Concordei e ele saiu. Fiquei sozinho com a Fernanda. Logo cansei do vídeo game e fui para o computador. Ela se levantou e ficou atrás me observando, foi quando ela perguntou:
- O que você está fazendo, Baltazar?
- Estou digitando um trabalho.
- É importante?
- Sim, muito importante.
Ela ficou quieta um instante e continuei digitando, cinco minutos depois ela me surpreendeu:
- Baltazar, eu conheço sexo.
- O quê!?
- Sexo…
- Melhor a gente mudar de assunto, né?
- Não quer fazer comigo?
Aquilo me deixou sem reação. O que fazer? Aquilo era certo? O que Chiquinho iria pensar de descobrisse? Várias dúvidas se passaram pela minha cabeça.
Mas sim, acabei fazendo sexo com ela. Foi sua primeira vez, ela sangrou e gemeu muito. Após terminar me limpei no chuveiro, voltei ao seu quarto e certifiquei se ela estava bem. Voltei ao computador e uma onda de apatia caiu sobre mim. Apenas 20 minutos depois Chiquinho chegou com sua mãe. Falei que já era tarde e que tinha que ir pra casa.
Ao chegar em meu lar deitei na cama e fiquei me remoendo, pensando no que havia feito. Tomei um calmante, Valium 10mg, e adormeci.
Cedo, às sete da manhã fui acordado pelo toque do telefone. Atendi e pro meu desgosto era Chiquinho:
- Oi, Baltazar… humm, bem, preciso falar contigo.
- Oi, Chiquinho, algum problema?
- Bem, ontem depois que você saiu de casa a Fernanda estava agindo de forma estranha.
- De forma estranha?
- Sim, havia sangue escorrendo em sua perna.
- O quê!?
- Sim, estamos tentando entender o que aconteceu. Sabe de alguma coisa?
- Não, Chiquinho, mas isso é muito estranho mesmo. Bem eu preciso ir, tenho que tomar o café da manhã.
- Tudo bem, Baltazar, depois nos falamos.
O que eu faço agora? Confesso tudo ou tento convencê-la a ficar de bico fechado? O meu maior temor é que sabendo que ela é deficiente também é impresível, e pode contar para sua mãe ou irmão a qualquer momento. Acho que eles não irão entender…
Por favor, Pastor Silas, me ajude!

Olá, Baltazar, primeiramente gostaria de parabenizar sua coragem de relatar tais fatos. Bem, haja visto que foi a garota que propôs a relação a culpa foi inteiramente dela, você estava estudando em frente ao computador e ela lhe despertou o desejo com insinuações.
Por isto digo que seu sentimento de culpa é totalmente ridículo, Baltazar. A Bíblia diz em1 João 3:19-20 “Nisto conheceremos que somos da verdade, e diante dele tranqüilizaremos o nosso coração; porque se o coração nos condena, maior é Deus do que o nosso coração, e conhece todas as coisas.”
Esqueça o ocorrido e passe à se dedicar à Deus e elevar seu pensamento e pare de frequentar a casa de seu amigo Chiquinho, que pelo visto não é evangélico, já que possui um video game em seu lar.
A paz


Pastor Silas


fonte: Blog Igreja Internacional


cara, bizarro d+! se tiverem estômago leiam os comentários no post. olha um exemplo:


"Irmãos, notem como tudo foi premeditado pelo diabo..
Sindrome de “Down”, Down é baixo em inglês, Quem vive abaixo de nós é o Diabo, o maldito manipulador de todos os não-cristãos.
A mãe sai e deixa duas crianças com uma menina que não pode se proteger das artimanhas do ilícito, e ainda por cima o carro dela quebra, e o irmão tem que deixár as crianças para socorrer a mãe. Após horas de videogueime e computador, a presença do articulador se fez notar no corpo da menina, que seduziu o incauto.
Ambos são culpados por não resistirem à voz do infame, mas principalmente, a culpada é a MÃE do tal chiquinho, que deixou a filha e a própria casa ser dominada pelo maligno, permitindo abominações anticristãs como um videogueime em seu lar.
“A mulher sábia edifica sua casa sobre a rocha, que é a palavra de Deus”
Paz irmãos


Irmão Cabeção de Ouro"

by Pavablog

Paulo Braccini

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Humor

sarney-estatua

 

xô Sarney!!!

Paulo Braccini

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A Magia do Corpo

As possibilidades da criatividade humana não tem limites. Estes vídeos dão bem uma amostra disto. Coreografias fantásticas para ballet e jogo de sombras com as mãos. Enfim, incrível mesmo.














Paulo Braccini
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Gay Cult

commercial closet promotion


Paulo Braccini
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Chão de Giz


Eu desço dessa solidão, disparo coisas sobre um chão de giz
Há meros devaneios tolos a me torturar
Fotografias recortadas de jornais de folhas amiúde
Eu vou te jogar num pano de guardar confetes
Eu vou te jogar num pano de guardar confetes
Disparo balas de canhão, é inútil pois existe um grão-vizir
Há tantas violetas velhas sem um colibri
Queria usar quem sabe uma camisa de força ou de vênus
Mas não vão gozar de nós apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar gastando assim o meu batom
Agora pego um caminhão, na lona vou a nocaute outra vez
Pra sempre fui acorrentado no seu calcanhar
Meus vinte anos de "boy, that's over, baby" , Freud explica
Não vou me sujar fumando apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar gastando assim o meu batom
Quanto ao pano dos confetes já passou meu carnaval
E isso explica porque o sexo é assunto popularn
o mais estou indo embora...
No mais...

Zé Ramalho

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Paulo Braccini
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