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segunda-feira, 24 de abril de 2017

Mais uma vez Sampa!


Definitivamente São Paulo me surpreende sempre. Eu, todo crente que conhecia de tudo naquela metrópole, mais uma vez me surpreendi com as suas possibilidades.
Foi inesquecível.
Desta vez acompanhado do Elian, desfrutamos tudo que nos era de direito: Amigos, Gastronomia, Teatro, Música, Parques, Religiosidade, Shoppings e muito mais.
Em um breve resumo, deixo aqui alguns de nossos registros:


ps: Não é por nada, mas ontem extasiei-me com a escolha do possível novo Presidente Francês! 
O mais importante foi que, quando liguei para ele para parabenizá-lo ele não me deu folga.
Confiram:

 Eu escolho você Bratz, para ser meu assessor de assuntos sexuais.

Bratz, o seu salário será compatível com suas responsabilidades.

Venha Bratz, vou lhe mostrar seu Gabinete.

Feliz por você ter aceito a minha proposta Bratz.

Definitivamente a parceria Bratz&Macron marcará a história da França.

ai ... ai!

Bratz Elian
enfim! é o que tem pra hoje ...

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Gata em Teto de Zinco Quente!




Há muitos e muitos anos atrás, assisti a obra prima do dramaturgo americano Tennessee Williams, Gata em Teto de Zinco Quente em sua versão cinematográfica com Paul Newman e Elizabeth Taylor. Um clássico imperdível.

Agora fui rever a obra em sua versão teatral no CCBB aqui em Belo Horizonte. Um resgate deste brilhante texto de Tennessee e que continua atualíssimo.
Em uma visão psicanalítica podemos dizer que "a verdade cura".
Evidentemente, ao falar em verdade, referimos-nos à verdade subjectiva, a única que se conhece, em psicanálise.
Uma (psic)análise não é mais que o confronto do sujeito com a verdade. Aceitar a sua verdade, em pleno, tolerar a brutalidade da mesma, suportar a dor que lhe subjaz, eis a primeira premissa da cura analítica. Doravante, através do complexo trabalho baseado na relação transferencial, a verdade subjetiva abre-se à transformação e muda. Contrariamente à verdade objectiva, a subjetiva muda, transforma-se, permitindo que o sujeito refaça percursos, trilhe novos caminhos, escapando, assim, à tremenda força da compulsão à repetição.
Em Gata em Telhado de Zinco Quente, uma vez mais, Tennessee Williams sublinha o peso e importância capital da verdade na vida psíquica do indivíduo.
A verdade de Brick, quando emerge, tornando-se consciente, transforma o curso da personagem. O sintoma desaparece.
Na gênese da problemática de Brick está a complexa relação / identificação com o paterno.
Brick é um homem castrado, simbolicamente: sem trabalho, sem pujança e sem desejo. A sua virilidade é trôpega, senão coxa, amparada por uma muleta. O calcanhar fraturado – e a sua dependência do álcool - constituem a prova insofismável de uma masculinidade tosca e mal-arrumada.
No filme, tal como na peça, a resolução da conflitualidade constitutiva do sofrimento de Brick implica um revisitar das profundezas: o ajuste de contas com o pai dá-se nos confins de uma funda e imensa cova, cravejada de memórias familiares.
Brick, pela primeira vez na vida, ousa enfrentar o pai, assumindo a sua ambivalência: reivindica o seu amor, enquanto expressa de modo brutal a sua raiva e ódio. O pai autocrata e onipotente, preso a um narcisismo frágil, revela então o seu imenso amor pelo filho predileto.
A magnífica ousadia de Brick – prova da internalização e afirmação do "phallus" – põe termo a uma lógica de submissão e passividade.
Aliás, o fantasma homossexual que paira sobre a personagem  decorre de uma identidade masculina frágil, secundária a uma quase impossível identificação com o pai viril. Como disse, o abandono do masoquismo submisso e passivo, motivado pela afirmação e ousadia fálicas, ditam a mudança.
Gata em Telhado de Zinco Quente é uma obra singularíssima, pela vitalidade psíquica que a mobiliza e norteia e pelo inusitado sentido dramático que comporta.
E quem pensa que a natureza humana é pacífica e serena, ou é ignorante, desconhecendo o poder construtivo do conflito, ou nunca leu Tennessee Williams. 
Para ler e rever - a peça e o filme - a cada cinco anos, dos trinta em diante.
A verdade cura. Sem sombra de dúvida, um dos mais belos e violentos dramas retratado na tela e porventura, o mais teatral.

"A verdade cura". Sem sombra de dúvida...


No Teatro: A montagem do paulista Grupo TAPA de “Gata em telhado de zinco quente”é a mais nova versão desse clássico no Brasil. Escrita em 1955, retrata o jovem casal Maggie e Brick. Por não ter filhos, eles sofriam a comparação com o irmão dele na disputa sobre quem ficaria com a herança da família. No original, porém, há muito mais do que isso. Entre seus temas, está a capacidade de cada um de conviver com os próprios segredos e com os dos outros por muito tempo. O diretor Eduardo Tolentino de Araújo dirige Zécarlos Machado, André Garolli, Fernanda Viacava e Noemi Marinho.
A expressão “gata em teto de zinco quente” faz parte do vocabulário do sul dos Estados Unidos, tendo sido usada desde o início do século XIX para descrever a habilidade em se manter estável em situações de conflito. Na peça “Cat on a hot tin roof”, a imagem de um gato deitado no telhado de metal sob o sol escaldante, em que se pergunta sobre até quando ele aguentará o calor, abre o panorama geral onde se encontram os personagens.
Na estória original de Tennessee Williams, em uma grande fazenda de algodão no Mississipi, uma família está reunida para comemorar o aniversário do patriarca. Os irmãos Brick, com sua esposa Maggie, e Gooper, com sua esposa Mae e seus cinco filhos, acabaram de almoçar com sua Mãe e o homenageado. A peça, que nessa versão (como no texto) acontece toda dentro do quarto de Brick e de Maggie, começa quando ela entra para trocar o vestido recém sujo por um dos filhos de Gooper. Ela relata ao marido o que aconteceu na mesa: seus cunhados fizeram de tudo para agradar o sogro Paizão (Big Daddy), esse que visivelmente, segundo Maggie, gosta mais de Brick, seu primogênito, apesar desse não ter filhos.
Toda a narrativa se passa na metade de um dia de maneira que o tempo da estória e o de sua representação são os mesmos. Mas, aos poucos, vão ficando claros alguns antecedentes dramáticos. No passado, Brick fez algum sucesso como jogador de futebol, mas seguiu carreira como comentarista esportivo. Na madrugada anterior, de acordo com jornais do dia, ele quebrou o tornozelo quando tentava saltar na quadra da escola, expondo a público sua debilidade física. Essa se deve sobretudo à prática do alcoolismo, iniciada imediatamente depois da morte de seu fiel parceiro Skipper, que é quando também Brick e Maggie começaram a dormir separados e nunca mais tiveram qualquer relação sexual.
Assim, embora o título, principalmente em português, privilegie a personagem Maggie, é em Brick que toda a história de “Cat on a hot tin roof” acontece. Seu isolamento impõe a todos os demais personagens, a começar pelo de sua esposa, uma recondução de seus caminhos. Os fatos dele não ter tido filhos, de ter melhor se dedicado a uma (agora abandonada) carreira nos esportes e de ser alcoólatra dão a Gooper e sua família esperanças quanto à herança do Paizão, cuja morte por câncer pode acontecer em breve. Por seu turno, Paizão, aparentemente rejuvenescido no dia de seu aniversário, exige explicações sobre a saúde de seu filho preferido. Qual a verdadeira relação entre a morte de Skipper, o alcoolismo de Brick e a infertilidade do casal?
A direção de Eduardo Tolentino de Araújo, articula bem este texto majestoso. Nessa dramaturgia, Tennessee Williams disfarça, nos diálogos, os referentes necessários para se compreender a situação a partir de sua complexidade. Desse modo, na medida em que eles vão sendo menos requisitados, o ritmo naturalmente melhora até que o clima vai ficando devastador. É como se um sol vagarosamente fosse aquecendo o telhado até o ponto em que mesmo uma tempestade não conseguisse esfriá-lo, mas talvez o deixasse ainda mais insuportável. Fazendo com que os atores explorem as palavras e as imagens do texto, ele oferece, de um modo geral, riquíssimo repertório de expressões que garantem a tensão sobre a qual se dá todo o conflito. A movimentação e sobretudo o jeito como os quadros foram articulados nessa montagem – que se dá sem intervalos – revelam criatividade, mas mais do que isso profundidade no trato. Tudo isso nutre convívio nobilíssimo entre o célebre autor, o palco e o público, feito que precisa ser valorizado.

Vale a pena ver ou rever!

Bratz Elian
enfim! é o que tem pra hoje ...

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

E 2016 Começa no Patropi!


E agora, aqui no "Patropi", o ano de 2016 efetivamente começa.
Fim das festas de final de ano, fim do carnaval, fim do horário de verão, fim do calor infernal do verão, fim da férias escolares, fim de todas as pendências que, normalmente faço no início do ano.
Agora é retomar nossa "programação normal".
Que venha Março e, com ele, teatro, cinema, passeios, viagens e tudo mais de bom que a vida me reserva para este ano.
O sonho para ser acalentado neste ano é ir a Lisboa, Porto e, quem sabe, Berlim.
Feliz 2016 para você Bratz!

Bratz Elian
enfim! é o que tem pra hoje ...

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Beleza não se põe à mesa!

#when i fuck you?


Nunca fui muito ligado à beleza estética pura e simples. Claro que a valorizo como um colírio para os olhos mas, nunca foi algo que me despertasse o dito tesão.

Assistindo à Série de TV "White Collar" [adorável], não pude deixar de me encantar com a beleza clássica do ator Matthew Bommer [Matt Bommer]. Fugindo dos padrões contemporâneos, ele me faz lembrar os galãs de Hollywood em sua época de ouro [isto sem contar seus olhos azuis e a constante barba por fazer].
Fui pesquisar sobre o rapaz [nem tão rapaz assim, já que completa 38 anos no próximo domingo dia 11/10] e surpreendi-me com alguns aspectos de sua vida. 
Discreto em sua vida pessoal, é um ativista na luta contra a Aids e, durante a entrega do prêmio da "Chase Humanitarian Awards", ele surpreendeu a todos assumindo sua homossexualidade e seu casamento com o publicitário Simon Halls, e com três filhos gerados em "bariga de aluguel": Kit, Walker e Henry [gêmeos].
Apesar de todo o glamour de seu mundo, consegue viver uma vida comum com sua família.
Assim, fiquei aqui a pensar no velho dito da sabedoria popular: "Beleza não se põe à mesa!" 
Verdade mas, neste caso, bem que se "põe na cama". OMG!

Apreciem sem moderação!



ps: # Ah! Answering to the guy: I'm ready! Come on!

Bratz Elian
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segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Krum!



Este final de semana fomos assistir a peça Krum, baseada na obra do israelense Hanoch Levin, dirigida por Marcio Abreu, interpretada por Renata Sorrah e a Cia. Brasileira de Teatro.
Ela está muito bem acompanhada no palco por um elenco que conta com nomes como: Cris Larin, Danilo Grangheia, Edson Rocha, Grace Passô, Inez Vianna, Ranieri Gonzales, Rodrigo Bolzan e Rodrigo Ferrarini. Eles ajudam a narrar a história de um homem que decide voltar para casa quando o protagonista – que dá nome ao espetáculo – retorna ao bairro simples onde nasceu, confessa aos personagens de sua vida passada que não viveu nenhum tipo de experiência transformadora ou sequer encontrou aquilo que estava procurando [escrever um livro].
A peça fala sobre o cotidiano humano, sua mesmice e pequenez. Sua eterna espera por um milagre q mude sua vida, aliada à sua eterna apatia e falta de ação proativa que promova as reais mudanças esperadas. Com essa história, procura-se investigar valores que parecem esquecidos.
Ainda que escrito há mais de quatro décadas, “Krum” permanece extremamente atual e talvez se encaixe até melhor melhor no contexto atual vivido no mundo.
Ao longo de sua narrativa, o público acompanha dois enterros e dois casamentos. Uma sequência de cenas curtas é costurada entre as cerimônias, compondo um quadro da vida daqueles personagens simplórios. Entram na trama a mãe de Krum, seus amigos, sua antiga namorada e os vizinhos. Breves episódios de suas vidas desenrolam-se diante dos espectadores, que são instados a se identificar com a perspectiva distanciada e irônica do protagonista.
– São personagens que refletem sobre sua existência, mas ao mesmo tempo possuem desejos medíocres que são de fácil identificação para todos nós: eles querem o melhor carro, querem casar com alguém rico e ter dinheiro em determinado momento. Em outros dias, simplesmente fumar um cigarro já os satisfaz.

Um espetáculo e tanto, bem a cara de Bratz.


Bratz Elian
enfim é o que tem pra hoje ...

quinta-feira, 11 de junho de 2015

São Paulo sempre nos Surpreende com Novidades!



São Paulo, a cada visita, novidades mil.
Desta vez teve um Apartamento clean:











Teve Teatro Net com o Musical Chaplin:








Teve Joan Miró no Instituto Tomie Ohtake:







Teve Ocupação Dona Ivone Lara no Itaú Cultural:






Teve Eataly na Vila Olímpia:







Teve Comidinhas [de comer com a boca, claro]:



Teve Concerto na Sala São Paulo:







e, claro, outras "coisitas mais"!

Bratz Elian
enfim! é o que tem pra hoje ...

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Mais um Fim de Semana Cultural e novamente São Paulo!



Fim de semana chegando e super agitado com bons eventos culturais.
Sábado é dia de mais um concerto da Filarmônica de Minas Gerais na programação Fora de Série. Desta vez tivemos a oportunidade de ouvir mais um pouco da vastíssima obra de Beethoven - Abertura Namensfeir; Concerto para Piano nº 3 e a Sinfonia nº 3. Uma beleza!
Domingo iremos ao Teatro Bradesco assistir Rádio Show. Um musical que promete reviver os bons e velhos tempos do rádio. Adoro este estilo de espetáculo.
Sgunda-feira embarco para Sampa e volto dia 02 de Junho.
Para quem fica "beijas"!



ps: Também assisti Não Olhe para Trás. Super recomendado. Mais um show de Al Pacino.


Bratz Elian
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segunda-feira, 20 de abril de 2015

Fim de Semana e Tanto!



Mais um fim de semana agitado em termos culturais aqui pelas Minas Gerais. 
Na sexta-feira fomos assistir ao show da Banda Cover do Abba no Teatro Bradesco. 

Um grupo paulistano sensacional que nos fez reviver os saudosos anos 70/80. 
Já no sábado fomos ver no Teatro Sesi Minas o Marco Nanini em sua magnífica apresentação de Beije Minha Lápide. Obra dirigida por Bel Garcia e com texto de Jô Bilac retrata o fato de Os fãs de Oscar Wilde (1854-1900) enchiam o túmulo do artista, em Paris, de marcas de batom. Eram centenas e centenas de corações e beijinhos vermelhos espalhados pela grandiosa estátua de pedra no cemitério Père-Lachaise.
Mas em 2011, a pedido da família, a sepultura foi restaurada e ganhou uma proteção de vidro para impedir que os admiradores tivessem contato com o monumento, e, assim, preservá-lo.
"Beije Minha Lápide" parte desse mote para criar sua trama e traz Marco Nanini no papel de Bala, um fã fervoroso do dramaturgo irlandês que é preso após quebrar essa barreira de vidro.
Ele passa o espetáculo inteiro encarcerado dentro de uma estrutura também envidraçada - artifício que, além de fazer um paralelo com a situação do túmulo, possibilita um belo visual por meio de várias projeções de imagens.
Que venham outros assim.

Para vocês, uma mostra destes dois espetáculos imperdíveis.





Bratz Elian
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quinta-feira, 19 de março de 2015

Piaf! Le Spectacle!


A Diva Edit Piaf completaria, agora em 2015, 100 anos. 
Para comemorar, foi montado um grande espetáculo que se encontra em tournée pelo Brasil, sob o patrocínio da Aliança Francesa.
No último final de semana fui ao Palácio das Artes assistir. 
Fantástico em todos os sentidos. Anne Carrere, escolhida para interpretar, é um show à parte.
Quem tiver oportunidade de ver não perca. Vale a pena.
Como aperitivo fica aqui o vídeo promocional.



Bratz Elian
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quinta-feira, 23 de outubro de 2014

O passo a passo de uma odisséia paulistana!



E o Bratz fez mais uma odisséia pela metrópole paulistana. Talvez esta tenha sido a mais repleta de atrações e novidades super interessantes.

Passo 1 - SESC Pinheiros: Exposição Música & Cinema. O Casamento do Século e almoço na Comedoria do mesmo espaço cultural. Fantástico!















Passo 2 - Visita ao  Flagship Store Bela Cintra - SPA L'Occitane en Provence. Claro que não fiz um tratamento de beleza completo, pois Bratz ainda não carece destes artifícios mas, deliciei-me no seu café. Também fiquei conhecendo o Frevinho - Sanduicheria da Oscar Freire seguindo dica da amiga Madi. Valem a pena!








Passo 3 - Centro Cultural Banco do Brasil - Exposição Ciclos: Criar com o que temos e Mostra de Cinema Marlene Dietrich quando pude rever dois filmes da grandiosidade de "A Marca da Maldade" e "Atire a Primeira Pedra". Fantástico!















Passo 4 - Encontro com os "Ermãos"no Espaço Itaú de Cnema Augusta. "Ermão 01" chegou com pontualidade britânica. "Ermão 02" teve problemas a não pôde comparecer [claro que gerou tensão em Bratz e "Ermão 01"] mas, depois veio notícia e "Ermão 02" se justificou e foi perdoado com a condição de bancar um jantar de muitos talheres [leia-se uma Pizza de Abobrinha na próxima vez].
Bratz e "Ermão 01" que, finalmente desentocou, jogaram muita conversa fora de forma super agradável e recheadas de café, empadas e empanadas de primeira. Uma delícia!



Passo 05 - Teatro Municipal de São Paulo - Ópera Cavaleria Rusticana de Pietro Mascagni com a Sifônica Municipal de São Paulo e Coral Lírico. Um sonho realizado, assistir uma grande apresentação naquela casa de espetáculo portentosa.


Passo 06 - Teatro FAAP - Peça Incêndios com Marieta Severo. Marieta uma Dama no teatro, a peça entrou para o rol dos três melhores roteiros já vistos pelo Bratz. Até então Berlin Alexanderplatz e Bent gozavam deste previlégio, agora também esta fabulosa dramaturgia do Libanês Wajdi Mouawad. Quem tiver oportunidade não deixe de ver, super recomendado.







Bratz Elian
enfim! é o que tem pra hoje ...

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