Já registrei por aqui o tanto que gosto das tradições culturais e folclóricas aqui das Minas Gerais, em particular dos Festejos Juninos, sua culinária, seus trajes, suas músicas, suas danças e, principalmente do friozinho típico da época.
Infelizmente, até estes eventos tão típicos por aqui, vem passando por modificações de contextos, já que os do Nordeste Brasileiro, vêm se constituindo em referência nacional.
Sempre tivemos nossas modinhas típicas e regionais, lindíssimas por sinal, mas hoje, predominam as canções do forró nordestino. Não que também não possuam seu valor mas não são nossas.
Enfim, lamúrias à parte, continuo gostando e, mais uma vez fui curtir esta festa por aqui.
Em mais uma garimpagem na internet, uma nova coleção de fotos primorosas.
Estas foram catalogadas no álbum Devaneios que bem expressam a arte de fotografar a sensualidade masculina.
Neste projeto uma particularidade: Inicialmente escolhi a trilha sonora - Bach e sua Ária em Sol e Albinoni e seu Adágio.
Posteriormente escolhi as fotos que, além de mostrar, de forma plena, toda a sensualidade masculina, também se encaixassem harmoniosamente às melodias em sua dimensão de extrema melancolia.
Hoje, Dia dos Namorados, depois de um intenso final de semana brincando de karaokê, Elian tentou me seduzir de todas as formas possíveis. Ao final ele apelou para a última forma possível:
Liberou seu lado "GAYxa"! ... OMG!
Mas falando sério agora:
Um simples mas profundo sentimento é o que nos une meu querido Elian!
Primeiro foi o 25 de abril quando ela completaria 92 anos, depois o 14 de maio o Dia das Mães e agora, o 31 de maio quando celebramos a memória dos 05 anos de sua ausência.
A saudade é grande e para melhor traduzir só os poemas de Carlos Drummond de Andrade e de Maria Gadú.
Ausência
Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
Garimpando na Internet, encontramos preciosidades de todos os gêneros. Dediquei-me a pesquisar arte homoerótica amadora e encontrei estas belezas que muito agradaram-me.
BlogsVille sempre nos reserva surpresas deliciosas.
Recentemente recebi a visita de um novo blogueiro que inicia sua trajetória por aqui. Empatia imediata.
Visitas para cá, visitas para lá e eu me deparo com um post lindo em que o amigo Viajante, em seu Blog A Ilha do Sol, faz menção ao Bratz. Emoção total pelo tamanho do carinho.
Isto foi o bastante para inspirar a presente postagem, especialmente dedicada ao querido amigo lá do "outro lado do Atlântico".
Bonés, Toucas e Chapéus - Uma marca registrada do Bratz.
A Compagnie Käfig de Mourad Merzouki - francês de origem argelina, atualmente diretor do Centro Coreográfico Nacional de Créteil - foi criada em 1996. Merzouki soube expandir a linguagem do hip-hop para um cruzamento de múltiplas disciplinas: circo, artes marciais, artes plásticas e dança contemporânea, sem perder de vista as raízes de sua dança, suas origens sociais e geográficas.
O espetáculo Pixel nasceu do conceito de união da dança às projeções digitais, da ideia de mesclar realidade e mundo virtual. A pesquisa sofisticada de Claire Bardainne e Adrien Mondot dá vida ao mundo digital de uma maneira artesanal e de extrema sensibilidade. Mourad Merzouki une a dança da Käfig ao delírio das imagens. Homens e imagens unidos com graça. A tecnologia do digital colocando o homem no centro dos desafios tecnológicos e o corpo no coração das imagens.
Sobre Pixel
Em Pixel, a pesquisa sofisticada de Claire Bardainne e Adrien Mondot dão vida ao mundo digital de uma maneira artesanal e com extrema sensibilidade. O diretor artístico Mourad Merzouki une a dança ao delírio das imagens, expandindo a linguagem do “hip-hop” para um cruzamento de múltiplas disciplinas: circo, artes marciais, artes plásticas e dança contemporânea, sem perder de vista as raízes de sua dança, suas origens sociais e geográficas.
Os 11 bailarinos da companhia evoluem em um ambiente de sonho, na fronteira entre o virtual e a realidade. É um trabalho sobre a ilusão, conjugando a energia e a poesia, ficção e proeza técnica, “hip-hop” e circo, uma verdadeira expressão da arte oriunda das mentes delirantes de seus criadores.
Pixel, por Mourad Merzouki - diretor artístico da companhia
"Estamos constantemente expostos a imagens, vídeos e mídias digitais. Telas estão por todos os lugares. Alguém só precisa andar pelas ruas das grandes capitais de alguns países para imaginar o que será a cidade do futuro: uma grande exposição de imagens, que agora fazem parte da nossa vida cotidiana.
O projeto Pixel nasceu quando eu conheci Adrien Mondot e Claire Bardainne e do fascínio que senti naquele momento: era como se eu não fosse capaz de perceber a diferença entre os mundos real e virtual. Rapidamente decidi tentar uma nova associação usando essas novas tecnologias no mundo da dança.
A primeira experiência misturando dança e vídeos interativos foi de tirar o fôlego para os artistas que faziam parte do projeto. Com a mesma curiosidade e mente aberta que me inspira, enfrentei, durante essa nova aventura, um mundo impalpável criado pela projeção de luz desenvolvida por Adrien M / Claire B Company. O desafio de fazer os dois mundos interagirem um com o outro e o de encontrar um equilíbrio sutil entre as duas técnicas, para que a dança e as representações abstratas, interajam sem que uma delas fique em vantagem sobre a outra, fez com que eu me desestabilizasse novamente com a forma através da qual abordo o gesto. Sigo essa busca pelo movimento, que continuo a desenvolver e aprimorar em cada uma das minhas criações, com novas restrições e novos parceiros de "jogo".
Além das projeções de vídeo, eu queria que a música de Armand Amar casasse em perfeita colaboração com a coreografia e as imagens, como um convite caloroso para viajar. Acompanhando os artistas, sua música revela a energia, bem como a poesia que se encontra no corpo do dançarino.
Esses novos caminhos de descoberta me permitiram trabalhar sobre essa prorrogação da realidade e enfrentar um mundo sintético, o que é estranho para um coreógrafo que se alimenta de corpos e material. Habitamos a dança em um espaço onde o corpo só enfrenta sonhos, desenvolvendo gestos em paisagens que se movem, criadas por Adrien M e Claire B.
Eu queria abrir o caminho no qual o mundo sintético da projeção digital interage com a realidade do dançarino.
Cada artista tem uma brincadeira imersa em um mundo desconhecido, com uma mente que compartilha a energia e o virtuosismo do “hip-hop”, misturando poesia e sonhos, para criar um show no cruzamento das artes."
O grupo se apresentou em Belo Horizonte no Palácio das Artes, no último dia 26 de outubro. Um espetáculo memorável que, definitivamente, marcou meu repertório de expectador das artes.
Já me reportei a esta magnífica orquestra aqui das Minas Gerais na postagem Valencianas.
Outro esplêndido trabalho foi Beatles que vocês podem conferir no YouTube.
Agora, em seu mais novo projeto, é a vez da temática Latinidade:
Este novo CD da Orquestra mineira, sai pelo selo Naxos, com distribuição virtual em todo o mundo. Com regência do Maestro Rodrigo Toffolo, e participação especial do bandoneonista Rufo Herrera, o concerto de lançamento do disco será realizado no próximo dia 12 de Junho, às 11h, no Sesc Palladium, em Belo Horizonte, dentro da programação da Série Domingos Clássicos.
Com direção artística do maestro Rodrigo Toffolo, regente titular da Orquestra, o disco compreende a efervescência cultural das Américas, versando sobre um rico panorama da música no continente, através de sete peças, divididas em 19 faixas.
A entrada para este universo se dá por meio de dois célebres movimentos de Capiba (1904 – 1997), intitulados Toada e Desafio, seguida de Quatro Momentos Nº 3, do maestro e compositor Ernani Aguiar (1950). Retornando ao universo Armorial, o álbum contempla um registro primoroso de Três Peças Nordestinas, de Clóvis Pereira (1932).
Inspirada pela paisagem sonora de Ouro Preto, a Orquestra registra duas peças ligadas às tradicionais bandas de Minas Gerais: o famoso dobrado Dois Corações, de Pedro Salgado (1890 – 1973) e a Marcha Fúnebre Virgínia, obra anônima datada da primeira metade do século XX.
O grupo homenageia ainda a música estadunidense, em Pequena Suíte Americana, obra assinada por Mateus Freire (1985), que versam sobre grandes temas do jazz e do negro spiritual.
Encerrando o disco, do compositor e bandoneonista argentino Rufo Herrera (1933), a Suíte Buenos Aires Siglo XX, composta por milongas, tangos e pelo "nuevo" tango de Piazzolla.
Latinidade: música para as Américas foi gravado na Capela de São José dos Homens Pardos e Bem Casados, na cidade de Ouro Preto, dada sua acústica privilegiada e reverberação natural. A produção de gravação, edição, mixagem e masterização ficou a cargo do Engenheiro de Som alemão Ulrich Schneider, com passagens por grandes orquestras mundiais.
Tive que ir ao Blog do Miguel - Cansei de Ser Hétero, lá de trás dos montes em Portugal, para conhecer esta performance de Rodrigo Pitta, Ana Carolina e Elza Soares: Será?
Uma brincadeira genial, de bom gosto, inteligente e deliciosa.
Compartilho aqui com vocês e deixo em aberto o debate: Será?
What would you think if I sang out of tune? Would you stand up and walk out on me? Lend me your ears and I'll sing you a song And I'll try not to sing out of key I get by with a little help from my friends I get high with a little help from my friends Gonna try with a little help from my friends What do I do when my love is away? Does it worry you to be alone? How do I feel by the end of the day? Are you sad because you're on your own? No, I get by with a little help from my friends I get high with a little help from my friends Gonna try with a little help from my friends Do you need anybody? I need somebody to love Could it be anybody? I want somebody to love Would you believe in a love at first sight? Yes, I'm certain that it happens all the time What do you see when you turn out the light? I can't tell you, but I know it's mine I get by with a little help from my friends I get high with a little help from my friends Gonna try with a little help from my friends Do you need anybody? I just need someone to love Could it be anybody? I want somebody to love I get by with a little help from my friends Gonna try with a little help from my friends I get high with a little help from my friends Yes, I get by with a little help from my friends With a little help from my friends
ps: Translation by Bratz.
O que você pensaria se eu cantasse fora do tom? Você se levantaria e sairia sem mim? Me empreste seus ouvidos e eu cantarei uma canção para você E eu tentarei não cantar fora de tom Consigo com uma pequena ajuda de meus amigos Eu me levanto com uma pequena ajuda de meus amigos Tentarei com uma pequena ajuda de meus amigos O que eu faço quando meu amor está longe Te preocupa estar só? Como eu me sinto ao final do dia? Você está triste porque você está sozinho? Não, eu consigo com uma pequena ajuda de meus amigos Eu me levanto com uma pequena ajuda de meus amigos Tentarei com uma pequena ajuda de meus amigos Você precisa de alguém? Eu preciso de alguém para amar Pode ser qualquer um? Eu quero alguém para amar Você acredita em amor à primeira vista? Sim, tenho certeza que isto acontece toda hora O que você vê quando apaga a luz? Eu não posso te contar mas eu sei que é meu Consigo com uma pequena ajuda de meus amigos Eu me levanto com uma pequena ajuda de meus amigos Tentarei com uma pequena ajuda de meus amigos Você precisa de alguém? Eu preciso de alguém para amar Pode ser qualquer um? Eu quero alguém para amar Consigo com uma pequena ajuda de meus amigos Tentarei com uma pequena ajuda de meus amigos Eu me ponho alto com uma pequena ajuda de meus amigos Sim eu consigo com uma pequena ajuda de meus amigos Bratz Elian enfim! é o que tem pra hoje ...
Porque o mundo é redondo, eu fico ligado Porque o mundo é redondo Porque o vento está forte e sopra minha mente Porque o vento está forte Amor é velho, amor é novo Amor é tudo, amor é você Porque o céu é azul, me faz chorar Porque o céu é azul ...
Look at all the lonely people Look at all the lonely people Eleanor Rigby picks up the rice In the church where a wedding has been Lives in a dream Waits at the window, wearing the face That she keeps in a jar by the door Who is it for? All the lonely people Where do they all come from? All the lonely people Where do they all belong? Father McKenzie writing the words Of a sermon that no one will hear No one comes near Look at him working, darning his socks In the night when there's nobody there What does he care? All the lonely people, where do they all come from? All the lonely people, where do they all belong? Look at all the lonely people Look at all the lonely people Eleanor Rigby died in the church And was buried along with her name Nobody came Father McKenzie wiping the dirt From his hands as he walks from the grave No one was saved All the lonely people Look at all the lonely people Where do they all come from? All the lonely people Look at all the lonely people Where do they all belong?
Translation by Bratz
Preste atenção nas pessoas solitárias Preste atenção nas pessoas solitárias Eleanor Rigby recolhe o arroz de uma igreja onde houve um casamento Vive em um sonho Espera na janela, usando uma máscara que guarda em um jarro ao lado da porta Para quem será? Todas as pessoas solitárias, de onde elas vêm? Todas as pessoas solitárias, de onde elas são? Padre Mckenzie escreve as palavras de um sermão que ninguém ouvirá Ninguém se aproxima Vejam-no trabalhando, remendando sua meias à noite quando não há ninguém por perto Ele não se importa Todas as pessoas solitárias, de onde elas vêm? Todas as pessoas solitárias, de onde elas são? Preste atenção nas pessoas solitárias Preste atenção nas pessoas solitárias Eleanor Rigby morreu na igreja e foi enterrada com seu nome Ninguém apareceu Padre Mckenzie limpando a sujeira de suas mãos enquanto se afasta do túmulo Ninguém foi salvo Todas as pessoas solitárias, preste atenção nas pessoas solitárias De onde elas vêm? Todas as pessoas solitárias, Preste atenção nas pessoas solitárias De onde elas são?