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sábado, 23 de novembro de 2019

domingo, 20 de outubro de 2019

Em tempos do Politicamente Correto e outras Ideologias!



Estou por aqui em BlogsVille ja faz tempo, desde julho de 2007.
Por mais que eu tenha tentado me mostrar aos amigos, muitas facetas não ficam tão transparentes.
Outro dia, navegando pelo Facebook, deparei com uma postagem que achei sensacional.
Ela traduz, em detalhes, uma característica pessoal que muitos podem nem imaginar. Sou um cara inteirafmente avesso ao tal do Politicamente Correto e outras ideologias em voga.
Deixo aqui para vocês este vídeo de Luiz Carlos Prates, um polêmico articulista que transitou e transita por diversas redes de TV aqui no Brasil.
Penso que muitos de vocês vão se identificar com o que ele retrata, uns por um lado e outros pelo outro lado ... rs.

.

Segunda-Feira indo para Maceió participar do V CONAFFA, Volto Sábado.

Bratz Elian
enfim! é o que tem pra hoje ...

sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Francisco! Seja bem vindo a este mundo e aposse-se dele!



E ele chegou, às 23:43 horas do dia 11 de Outubro de 2019, com toda a graça, saúde e alegria, a este mundo. Ele é todo seu, Aposse-se dele!

Vem, pequeno artista, vem pintar o sete deste lado de cá. Vem que o rumo certinho das coisas carece de desarranjo. Vem mudar os prazos, acelerar o ritmo, parar o tempo. Vem que a vida é agora, e é hora de viver entre nós. 

Vem encher a casa de visitas e presentes e conversas em voz baixinha para não lhe atrapalhar o sono. Vem lembrar o que de fato importa, que na vida somos todos visitantes afoitos. Vem acordar o mundo em meio à noite e despertar a ternura que resta lá fora. Vem chorar aos berros com a força da vida mesma, vem que precisamos reaprender a conquista de um silêncio bom. Vem e ocupa seu lugar na vida, que é a vida inteira. 

Vem condensar nossas esperanças honestas em suspiros mansos de satisfação e alegria! Vem que há tantos sonhos à espera do seu sono. Vem sorrir das expectativas alheias, vai ser poeta, publicitário, goleiro, atacante, Atlético, Anápolis, ator, astronauta, ginasta olímpico, doutor, direita, esquerda, vai ser isso e aquilo. Vem gargalhar disso tudo. 

Vem, gracioso Erê, irmana as religiões todas, amanhece a nossa gratidão, borrifa descarado na vizinhança o perfume dos anjos, e assina com os calcanhares rosados a sua certidão de fiel beneficiário de todo o amor que lhe cabe. 

Vem, criança abençoada de saúde e festa, atrair os olhos de quem passa. Vem aprender a caminhar, um pé depois do outro, e a cair e a levantar. Aproveita e nos ensina também um pouco disso, que vira e mexe nós esquecemos. 

Vem sujeito a chuvas e trovoadas. Vem sorrindo a vida. Vem conhecer a luz desse mundo sob a forma do amor luminoso de seus pais. 

Vem ganhar e vem perder e ganhar de novo. Vem crescer a olhos vistos, tomar posse de tudo, como do amor que aguardava ansioso por nascer. O amor que começa e termina em você. Vem, menino, fazer das suas. Vem com a vida em todo o seu maravilhoso milagre. 

E vem, sobretudo, porque o mundo anda precisando olhar mais para o alto. Porque é em você que moram o sol e a lua e as estrelas e o arco-íris e as nuvens, as nuvens que ora chovem pragmáticas, ora existem para nada senão para acarinhar os olhos de imaginação da gente. 
Vem, pequenino homem, provar que antes, muito antes de estar aqui, você já vivia no coração dos seus. 
E que Deus o abençoe sempre. 

by André J. Gomes

Francisco! Meu primeiro sobrinho-neto.









#partiucasa

Mamãe Bruna e Papai Guilherme


Bratz Elian
enfim! é o que tem pra hoje ... 

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Ele Voou para Sempre!



Muito triste mas conformado.
Viveu muito e bravamente. Foi minha alegria por 26 anos.
Vai meu bichnho, vai voar mais alto. 
Continuo por aqui ainda!





Bratz Elian
enfim! é o que tem pra hoje ...

sexta-feira, 31 de maio de 2019

Saudades do meu Anjo!

Banner feito pelas sobrinhas Bruna e Flavia


Nasceu um Anjo!

E Deus mandou seus anjos. Eles vieram, deram voltas ao redor da cama e começaram a voar trançando pela cama. Muitos risos, brincadeiras e alegria. Eles estavam felizes, porque estavam para ganhar mais uma companheira. Mais um anjo vai subir aos céus e fazer parte deste imenso numero de anjos e espíritos de luz, que iluminam nossas vidas e destinos. 
Brincam, voam e dão até cambalhotas no ar. Eles fazem muito barulho. Inaudível aos nossos ouvidos é claro. Mas o que, aos poucos, é notado pela nova companheira. O tempo passa e eles descobrem que está na hora. É chegada a hora. Precisam levar a nova companheira. 
Tocam sua testa, para acalmar seus pensamentos. Sopram em seu ouvido mensagens que todos ficariam bem. Sua alma aos poucos começa descansar e se libertar do corpo. Precisam agora parar a válvula mestra. 
O maior trabalho que terão será parar o motor de uma vida. O mote que norteou sua existência. Como vão fazer para parar o produtor de tanto amor? Como vão parar a inspiração de tantas vidas? Como conseguiram cessar as batidas compassadas, que mesmo depois de mais de oito décadas, ainda brotam e jorram amor? Como será que conseguirão parar a fonte inspiradora de amor de tanta gente? 
Olham para o céu, parece que conversam com Deus. Todos se reúnem lado a lado ao entorno da cama. Agora batem suavemente as asas, apenas para lhe darem equilíbrio e parar no ar. Estendem suas mãos e todos tocam, juntos, o coração do novo anjo. As máquinas presas ao corpo do anjo param sem entender por que. O homem de branco que fazia seu papel muito compenetrado, não percebe que ali nascia mais um anjo. Acha ele, que ali morria uma pessoa. 
Os anjos brincalhões dão boas vindas àquela que chega. Todos se abraçam e abraçam a nova companheira. Dizem a ela que logo irá aprender a voar e que terá muito trabalho pela frente. Em um tom solene, rezam uma prece. Dão um rápido passeio para dar a última olhada em suas crias, amigos e parentes. A transição começa a acontecer. Nasce ali mais um anjo. 
Vai meu anjo, sobe para seu novo lugar. Vai voar novos voos. Vai cumprir seu novo papel. Infelizmente você não podia ser eterna aqui nesta existência, pois foi promovida com honra ao mérito, à condição de novo anjo. 
Vai meu anjo, vai espalhar amor por onde voar. Vai fazer o que mais soube fazer nesta vida - proteger, amar e ensinar. Vai mostrar a arte de saber amar incondicionalmente. Vai mostrar a arte de ser gigante, mesmo sendo pequenina. Vai mostrar a arte de ser guerreira, mesmo parecendo frágil. 
Vai meu anjo, vai agora de cima olhar por todos que sempre olhou. Vai agora de cima continuar a nos guiar. Vai agora de cima nos intuir no lugar de nos falar. Vai agora de cima nos seguir, no lugar de nos esperar. Vai agora de cima nos rodear e proteger, ao invés de apenas rezar e desejar. 
Vai meu anjo, vai brilhar onde brilham os anjos. Vai ser especial também em sua nova morada. Vai mostrar como se faz. Vai levar luz e alegria para outros lugares. Vai rever os seus. 
Vai meu anjo, vai lá para sua nova morada, falar feito anjo na chuva. Vai mostrar que tens um humor refinado. Que tens uma língua afiada. Que para proteger sua cria, enfrentou a tudo e todos. 
Vai meu anjo amado. Sei que se fosse por você não seria anjo, pelo menos agora. 
Vai meu anjo lindo. Vai meu anjo fofinho. Vai meu anjo de cabelos alvos, como suas novas asas. 
Vai meu anjo, a tristeza que deixou é passageira. O que ficará serão seus ensinamentos. O que brotará será o amor que cultivou. O que florescerá serão seus frutos. 
Vai meu anjo, seu olhar nunca sairá das nossas lembranças. Sua ausência será sentida a cada dia de nossas vidas. Seu sorriso não brilhará mais a não ser em nossas mentes. 
Vai meu anjo amado, te peço pela última vez: "Bença" Mãe! "Bença" Vó! 

Crônica escrita por meu irmão João quando da partida de nosso Anjo . 7 anos atrás.

Saudade! Muita Saudade!



Bratz Elian
enfim! é o que tem pra hoje ...

domingo, 31 de março de 2019

O Coruja Artesão!




Outubro 2019, primavera e a vida vai seguindo seu curso e contando história.
Bratz será Tio-Avô, ao que tudo indica do Francisco ou, quem sabe, da Isadora. 
Não importa, que seja bem vindo e seja feliz.

Francisco ou Isadora, 

Vem, pequeno artista, vem pintar o sete deste lado de cá. Vem que o rumo certinho das coisas carece de desarranjo. Vem mudar os prazos, acelerar o ritmo, parar o tempo. Vem que a vida é agora, e é hora de viver entre nós. 
Vem encher a casa de visitas e presentes e conversas em voz baixinha para não lhe atrapalhar o sono. Vem lembrar o que de fato importa, que na vida somos todos visitantes afoitos. Vem acordar o mundo em meio à noite e despertar a ternura que resta lá fora. Vem chorar aos berros com a força da vida mesma, vem que precisamos reaprender a conquista de um silêncio bom. Vem e ocupa seu lugar na vida, que é a vida inteira. 
Vem condensar nossas esperanças honestas em suspiros mansos de satisfação e alegria! Vem que há tantos sonhos à espera do seu sono. Vem sorrir das expectativas alheias, vai ser poeta, publicitário, goleiro, atacante, Atlético, Anápolis, ator, astronauta, ginasta olímpico, doutor, direita, esquerda, vai ser isso e aquilo. Vem gargalhar disso tudo. 
Vem, gracioso Erê, irmana as religiões todas, amanhece a nossa gratidão, borrifa descarado na vizinhança o perfume dos anjos, e assina com os calcanhares rosados a sua certidão de fiel beneficiário de todo o amor que lhe cabe. 
Vem, criança abençoada de saúde e festa, atrair os olhos de quem passa. Vem aprender a caminhar, um pé depois do outro, e a cair e a levantar. Aproveita e nos ensina também um pouco disso, que vira e mexe nós esquecemos. 
Vem sujeito a chuvas e trovoadas. Vem sorrindo a vida. Vem conhecer a luz desse mundo sob a forma do amor luminoso de seus pais. 
Vem ganhar e vem perder e ganhar de novo. Vem crescer a olhos vistos, tomar posse de tudo, como do amor que aguardava ansioso por nascer. O amor que começa e termina em você. Vem, menino, fazer das suas. Vem com a vida em todo o seu maravilhoso milagre. 
E vem, sobretudo, porque o mundo anda precisando olhar mais para o alto. Porque é em você que moram o sol e a lua e as estrelas e o arco-íris e as nuvens, as nuvens que ora chovem pragmáticas, ora existem para nada senão para acarinhar os olhos de imaginação da gente. 
Vem, pequenino homem, provar que antes, muito antes de estar aqui, você já vivia no coração dos seus. 
E que Deus o abençoe sempre. 
Amém.

by André J. Gomes 

E o Tio-Avô artesão preparou estes mimos para recepcioná-lo:



Bratz Elian
enfim! é o que tem pra hoje ...


sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Desistir nunca! Lutar sempre! A vida só é completa quando aceitamos seus desafios!

Parte do corpo de anjos que me acompanharam nesta luta. 

Construí amigos, enfrentei derrotas, venci obstáculos, bati na porta da vida e disse-lhe: 
Não tenho medo de vivê-la.

Oito anos de luta, 9 cirurgias,  chego ao começo de 2019 com o desafio maior: Enfrentar por  seis semanas os difíceis processos de Quimioterapia e Radioterapia.
Quem ama a vida tem que se expor e aceitar seus desafios sem medos. Assim decidi encarar mais este.
Foram dias difíceis mas, hoje recebo os termos de alta do tratamento. 
A alegria e a emoção estão à flor da pele.
O que dizer nesta hora? 
Agradecer. Agradecer à vida, agradecer à Deus, agradecer aos Médicos que me acompanham, agradecer aos anjos enfermeiros com quem convivi, agradecer à minha família, agradecer aos amigos, agradecer ao meu amor.
Obrigado a todos.
Sei que a luta ainda não acabou, ainda resta a recuperação, os exames e acompanhamentos, os resultados finais. Mas alegria de hoje é a força e a motivação para encarar o futuro com determinação e confiança.
Amo a vida e tudo o que ela nos concede. Vida plena exige superação de obstáculos e isto nunca me faltará.
Continuo minha caminhada, vivendo cada dia em plenitude.

Bratz Elian
enfim! é o que tem pra hoje ...


segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Quando Mamys foi "Garota Propaganda"!


Existem pessoas que definitivamente se fazem presentes e marcam nossas vidas para sempre.
É o caso de minha prima Eliane e seu marido Márcio.
Ao longo do tempo construíram seus caminhos e neles uma família de fazer inveja.
Seus filhos [as] Breno e Érika tornaram-se Médicos como o pai e a Larissa, Psicóloga.
Casaram e também formaram famílias incríveis.
Eliane, Márcio e Breno tiveram uma presença inesquecível na vida de minha mãe e se constituíram em ídolos dela. 'Deus no céu e eles na terra", era o que ela afirmava e reafirmava sempre.
Há dez anos atrás o Breno montou com seu pai e irmãs uma clínica de atenção médica com particularidades ímpares no ramo.
Na ocasião, criaram um vídeo promocional do qual minha mãe participou como "garota propaganda".
Foi incrível aquele dia. Esta lá presente na seção de fotos e isto nunca mais saiu de minha memória. A alegria de mamys por estar ali participando e vivenciando tudo aquilo.
Esta semana fui surpreendido pelo Breno com a revitalização deste material e, confesso, emocionei novamente.
Compartilho com vocês esta peça promocional e este momento ímpar em minha vida.
ps: Mamys aparece logo no início.

 

Bratz Elian
enfim! é o que tem pra hoje ...

domingo, 19 de agosto de 2018

Belo Horizonte, suas Feiras e suas Mostras Culturais!



Belo Horizonte dentro de suas particularidades, além de ser considerada a capital dos bares, vem se constituindo também na capital das feiras gastronômicas e de artesanato.
Todos os finas de semana elas fervilham por toda a cidade.
Eu, como amante deste tipo de eventos, curto por demais me fazer presente em muitas.
A Cuccina Braccini de meu irmão tem estado presente com sucesso.
Outra marca desta cidade são as permanentes Mostras Culturais em seus diversos espaços.
Hoje o destaque vai para a Casa Fiat de Cultura com a Mostra “SÃO FRANCISCO NA ARTE DE MESTRES ITALIANOS”
Obras de importantes coleções italianas, que datam dos séculos XV a XVIII, traduzem as fases mais relevantes da representação de São Francisco. A mostra inclui um passeio virtual à Basílica Superior de Assis, na Itália
Séculos se passaram e as artes renascentista e barroca continuam encantando a humanidade. Obras de mestres como Tiziano Vecellio, Perugino, Orazio Gentileschi, Guido Reni, Guercino e os Carracci fazem, hoje, parte de importantes coleções italianas e chegam pela primeira vez ao Brasil. Este incomparável acervo poderá ser apreciado na Casa Fiat de Cultura, a partir do dia 8 de agosto, na exposição “São Francisco na Arte de Mestres Italianos”, que reúne 20 obras realizadas entre os séculos XV e XVIII. 
Entre as obras, os quadros “San Francesco riceve le stimmate” (1570), de Tiziano Vecellio, “San Francesco sorretto da un Angelo” (primeira metade do séc. XVII), de Orazio Gentileschi, e “San Francesco confortato da un angelo musicante” (1607-1608), de Guido Reni, que também pintou a Bandeira de Procissão “Francesco riceve le stimmate (frente); San Francesco predica ai confratelli (verso)” (séc. XVII), “San Francesco d’Assisisi e quattro disciplinati” (1499), de Perugino, e “San Francesco riceve le stimmate” (1633), de Guercino. A exposição traz, ao todo, acervos de 15 museus de 7 cidades italianas: Galleria Corsini, Palazzo Barberini, Musei Capitolini, Museo di Roma, Museo Francescano dell’Istituto Storico dei Cappuccini (Roma); Pinacoteca Civica, Sacrestia della chiesa di San Francesco, Convento Cappuccini (Ascoli Piceno); Museo Nazionale d'Abruzzo (L'Aquila), Galleria Nazionale dell’Umbria (Perugia); Istituto Campana per l'Istruzione permanente (Osimo); Museo Civico (Rieti), Pinacoteca Nazionale (Bolonha) e Duomo di Novara (Novara). A mostra conta, ainda, com uma importante obra de Ludovico Cardi (conhecido como Cigoli), “St. Francis Contemplating a Skull”, propriedade do colecionador e ator ítalo-americano Federico Castelluccio. O quadro veio de Nova York para integrar a exposição de Belo Horizonte.
Proporcionando uma experiência imersiva e única, a mostra também inclui uma sala de Realidade Virtualque vai transportar o visitante da Casa Fiat de Cultura para a Basílica Superior de Assis (1228), na Itália, com o uso de óculos de tecnologia 3D. Será possível caminhar por uma das mais importantes e belas basílicas do país e conhecer obras-primas do pintor italiano Giotto (1267-1337), artista símbolo dos períodos medieval e pré-renascentista. Tradição, arte e tecnologia se encontram nesta exposição. 











ps: Dia 22 Bratz e Elian embarcam para uma viagem a Buenos Aires. Voltamos dia 02 de setembro. Até a volta. Beijos a todos

Bratz Elian
enfim! é o que tem pra hoje ...

segunda-feira, 4 de junho de 2018

Um Pouco mais da História de Minha Família - "Figueiredo"!




Como falei no post passado sobre a família de minha mãe trago, aos amigos de BlogsVille, uma postagem minha datada de 28 de março de 2015.

"Foi com enorme emoção que vi, esta semana, parte da história da minha famíla por parte de mãe, ser retratada e revivida com rigores históricos por Eder Ayres Siqueira.

Ela, além da força pessoal mostra também, um pouco da história das Minas Gerais e, por que não dizer, do próprio Brasil. 
Compartilho com vocês, pedindo desculpas pelo tamanho do texto, mas não seria conveniente editá-lo pois, perderia muito de sua autenticidade e originalidade."

"Você conhece a história do Casarão Doutor Moreira? 
O Casarão Doutor Moreira abriga hoje as Secretarias Municipais de Agricultura e Meio Ambiente,de Saúde,de Cultura e Turismo, o Escritório da EMATER, a Casa do Empreendedor e a Escola de Cerâmica, mas esta bela construção tem história, e quem nos conta uma parte dela é o catas-altense, Eder Ayres Siqueira: 
Casarão Dr. Moreira “Solar dos Figueiredo” 
No jardim do lado externo do Casarão Dr. Moreira, foi afixada uma placa com os seguintes dizeres: 
"A tradição oral relata que este imóvel pertenceu ao médico Manoel Moreira de Figueiredo Vasconcelos no século XIX. Conhecido pelo espírito caridoso, aqui costumava hospedar enfermos para cura de beribéri e outras doenças da época. Também foi propriedade, no início do século XX, do Capitão Gonçalo Moreira de Figueiredo [meu bisavô], cuja esposa, Tereza de Jesus Vieira de Figueiredo [minha bisavó], teria sido assassinada em 1937, com sua serviçal, pela suposição de ter em casa um baú de ouro. Em 1984, o Casarão foi reedificado, seguindo o traçado arquitetônico original." 

obs: A dita tradição é uma história real, presenciada por meu Tio e Padrinho Custódio, na época com 7 anos de idade. Durante o crime ele ficou escondido debaixo da cama da avó Terezinha.

Vamos ver um pouco da sua história: 

O Dr. Manoel Moreira de Figueiredo Vasconcelos era catas-altense. Nasceu em 23 de outubro de 1809 e faleceu em 10 de março de 1895. Foi sepultado na quarta sepultura no arco cruzeiro da Capela-mor, do lado das epístolas na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, ao lado da sepultura da família do minerador português Capitão Thomé Fernandes do Valle. Foi casado com sua sobrinha do lado materno Dona Maria Brasilina de Alkmim Figueiredo. 
"Caridoso ao extremo, servindo-se da medicina como um instrumento que lhe fora posto nas mãos, por Deus, em benefício dos pobres, acessível a todos, afável, hospitaleiro, amigo dedicado dos seus parentes, do que nos deu superabundantes provas, pai de família exemplar, depositário fiel das tradições de honra e de fé dos seus antepassados, de uma probidade a toda prova, de uma circunspeção modelar, modesto até o mais completo desprezo das honrarias e vaidades, mas, ainda assim, nimbado de uma majestade simpática, a que davam particular realce os fios de prata de sua barba natural, completamente branca quando o conhecemos; eis, em rápido bosquejo, o perfil moral deste homem pouco comum." 
Com a morte do Dr. Moreira, o filho Capitão Gonçalo Moreira de Figueiredo passou a residir no casarão. Ele foi bom fabricante de vinho que aprendeu a fabricá-lo com o Monsenhor Mendes, o qual vinho tinha o nome de “VINHO CATTAS ALTAS” e foi “Distinguido com o Grande Prêmio no Jury da Exposição Internacional do Centenário” (Centenário da Independência do Brasil) em 1922. No solar ele possuía grande adega e plantação de videiras. Foi casado com Dona Thereza de Jesus Vieira de Figueiredo, filha do fabricante de vinhos o senhor Domingos Vieira da Silva. Ela era sua parenta também pelo lado materno, que nasceu no "Solar João Vieira da Silva" onde é hoje a "Sede da Prefeitura de Catas Altas" e foi assassinada em sua residência em 12 de março de 1937, no solar assobradado, conhecido hoje como "Casarão Dr. Moreira". Desta família, não há descendentes em Catas Altas. 
Conforme o Padre José Evangelista de Souza em seu livro "Os Povoadores de Sertões e as Minas de Ouro" a história do assassinato de Sá Therezinha foi assim descrito: "O assassinato de Sá Therezinha, Thereza de Jesus Vieira de Jesus Vieira de Figueiredo, era necessário para apaziguar a violência dos senhores de escravos, aqueles broncos lusitanos. Therezinha, mulher tão piedosa quanto caridosa! Na véspera de seu holocausto, oferecera a missa e a comunhão, em sufrágio da família de seu Eleutério, que não frequentava a Igreja, nem rezava. Pediu a Deus pela conversão do pobre do Cecílio. Que não saia de sua casa, sempre rachando lenha, no terreiro. 
Matar o violento, o carrasco ou o mandante, gera mais vingança e o ciclo da violência não termina. Torna-se necessário imolar uma vítima inocente, uma vítima não-vingada. Ou, então, entrega-se a administração da violência a um corpo, no qual todos confiam. Transferi-la da forma espontânea e impulsiva para o controle da justiça; esta administra a violência, com a aprovação de todos. Do contrário, os homens se exterminariam pela vingança. 
Therezinha Vieira preenchia todas as exigências de uma vítima agradável, vítima não-vingada, segundo René Girard. Era mulher e frágil, incapaz de ofender uma barata. Piedosa, meiga e caridosa. 
Com a crise do ouro, encerra-se o sonho das mil e uma noites. Saint-Hilaire dizia: "Catas Altas do Mato Dentro é sede de uma paróquia considerável. Os habitantes atuais desta povoação, como os de Antônio Pereira, não se entregam à agricultura; e, quando o trabalho de algumas horas lhe rendeu três ou quatro vinténs, vão descansar". 
Aliás, trabalho pesado era coisa de escravo. Os nobres gostavam mesmo era de luxar, refestelar-se em banquetes de talheres de ouro e prata e divertirem-se em caçadas glamorosas. 
"A gente estuda para não sujar as mãos", diziam os nobres. Instala-se em Catas Altas a família de Eleutério, pardos livres, fugidos da desgraça de Antônio Pereira. Chega faiscando, com a bateia, na praia, e aí fica. Mas Cecílio, filho do casal, não ajudava, não gostava de trabalhar. Sua cabeça não regulava bem. Às vezes, rachava lenha, a troco de um pedaço de pão caseiro e um copo de café com leite. Era tudo que ele queria para sobreviver, garantindo o pão de cada dia. 
A lenda do ouro ainda vagava, na imaginação do povo. O ouro era tão fácil que bastava arrancar uma touceira de capim. Ao sacudi-la derramava-se o metal. Ouro enterrado nos quintais; canastras de ouro escondidas nos porões; um veio de ouro na direção da porta do sacrário; tacho de ouro que ficou enterrado na Mina da Boa Vista. Ouro no dente: boca de ouro! 
Meteram na cabeça de Cecílio Lotério que o Capitão Gonçalo Figueiredo legara um tesouro precioso do metal à sua viúva. Sá Therezinha seria guardiã de muito ouro herdado do marido. A viúva mais rica de Catas Altas. A cobiça medrou, no coração do moço, por culpa de conversa fiada dos rapazes normais de Catas Altas. Cecílio passou a sonhar com a riqueza fácil. Imaginou uma artimanha capaz de levá-lo a botar a mão, no ouro de Sá Terezinha. 
Arquitetou o plano e o demônio entrou no seu coração para executá-lo. Esperou a noite entrar, porque o demônio só age nas trevas. Seus olhos se ofuscam com a luz do dia. 
Cecílio entra, no terreiro do sobrado, apanha o machado com que ele próprio rachava lenha. Chama à porta. Como o cordeiro em direção ao matadouro, Therezinha desce para abrir a porta. Cecílio, sem trocar palavra, agrediu-a com o machado na cabeça. Constância grita socorro e corre, em direção de sua sinhá. Em Constância ele acertou de cheio, os miolos pularam, no chão de pedra fria. Mais uma vez a terra se manchou de sangue. O sangue correu solto, esguichou em borbotões: sangue quente, sangue vivo, sangue humano.” 
Constância, por ser uma negra que morava com Sá Terezinha e lhe ajudava nos serviços da casa, não lhe causava medo. Não titubeou no golpe. Therezinha, embora meiga e frágil. introjetara sua imagem no espírito. O oprimido absorve a imagem do opressor e o reproduz. Vacilou no golpe em Sá Therezinha. Ela não morreu na hora, o conflito e a contradição interior fê-lo titubear. Constância morreu, na hora, defendendo sua Sinhá. Que nobreza de negra era esta Constância! "Não há maior prova de amor do que dar a vida pelos amigos..." 
O calendário marcava, na parede: 12 de março de 1937! Sá Therezinha ainda sobreviveu sete dias, perdendo sangue. Sobrou-lhe tempo suficiente para se oferecer em sacrifício a Deus, pedindo a conversão dos pecadores. Teve forças suficientes para perdoar o seu algoz. 19 de março de 1937, dia de São José: Therezinha de Jesus Vieira de Figueiredo solta seu último suspiro. 
Sá Therezinha não foi vingada por ninguém, como era de se esperar, caso fosse assassinado um senhor de escravos ou um feitor, ... Condenado à prisão, Cecílio cumpriu sua pena na cidade de Neves. Mas virou ameaça pros meninos de Catas Altas: "cuidado que Cecílio Lotério está solto"! Uns diziam Cici Lotero, Cici Lotério. 
Fechou-se o ciclo de violência, acabou-se o risco da extinção pela vingança de um sangue derramado. Só não se fez justiça à constância, a negra, pelo gesto de nobreza. Esta mulher de altivo proceder, venha a história, um dia, insculpir-lhe o nome, no mármore de seu túmulo. 
“Chiquinha de Cláudio Felipe, com o cachimbo na boca, assentada no pilão da cozinha, lá na rua da Outra banda, advertia, com sotaque africano: "Uhm! Ocês tem que banzar, gente! Ocês todos mataram Sá Therezinha!".” 
Vale ressaltar que não havia mais escravidão naquela época, a abolição ocorreu em 13 de maio de 1888. A Constância era uma ex-escrava, com isso, era uma empregada tratada com todo carinho por dona Therezinha, como muitas outras pessoas que continuaram morando com seus senhores, ou mesmo filhos destes, como foi o caso da negra Joana e outras que continuaram morando nos Solares dos Emery, dos Ayres, etc. 

Obs.: No início do texto há referência sobre os dizeres da placa que está na frente do casarão sobre a tradição oral, por isso, esclarecemos: Tradição oral porque ainda não foi comprovado que o Dr. Moreira ali morou, mas o seu filho sim. No óbito de sua esposa D. Maria Brasilina em 1902, consta que ela era moradora em sua residência na Rua São Miguel. Também, um bisneto do Dr. Moreira, disse que o casarão não pertenceu a ele, apenas ao seu avô o capitão Gonçalo. Sabemos ainda que o Dr. Moreira era proprietário da Fazenda do Engenho da Onça, onde tinha cemitério no qual alguns escravos do mesmo foram lá sepultados.) 
O Casarão foi demolido e reconstruído. A sua inauguração foi em novembro de 1987, com o título de "Casarão Dr. Moreira" (Homenagem ao Dr. Moreira) pelo Prefeito de Santa Bárbara Dr. Eustáquio Januário Ferreira, catas-altense, e mais dois vereadores catas-altenses que representavam o Distrito lá em Santa Bárbara, sendo Sr. Adahir Alves Pereira e Sr. José Hosken, conforme se vê na placa de inauguração afixada no mesmo Casarão.""

O Cenário:

Casarão dos Bisa Antes:


Casarão dos Bisa Hoje:


Alguns dos Personagens:






Bratz Elian
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domingo, 27 de maio de 2018

A saga de uma Família Portuguesa. Os Figueiredo's!



Uma retrospectiva fotográfica que retrata parte da saga da família de minha Mãe.
Os Figueiredo's.

A família Figueiredo é bem reconhecida no Brasil. É fácil encontrar descendentes dessa família por aqui. Se você é um dos muitos descendentes dos Figueiredo, vai gostar de ver abaixo algumas curiosidades e informações desse sobrenome.
O sobrenome Figueiredo, assim como tantos outros, não surgiu no Brasil, por uma simples razão de que o Brasil foi colonizado e habitado primeiramente por estrangeiros. Dessa forma, os sobrenomes vêm de outros países e acabam ganhando popularidade uma vez que os imigrantes fizeram do Brasil sua nova morada.
Figueiredo é de origem portuguesa. Ele é classificado como toponímico, ou seja, de origem geográfica. Sua geologia refere-se a um lugar onde há figueiras (árvores de figo), conhecido por Figueiral. 
Outra provável origem para este sobrenome está relacionada a uma lenda ocorrida por volta do ano 783. Segundo a lenda, um cavaleiro arrancou o tronco de uma figueira para salvar donzelas em perigo. 
O cavaleiro era Goesto Ansures. Ele salvou donzelas cristãs de cativeiros quando eram conduzidas pelos mouros para pagamento do tributo de cem donzelas destinadas a concubinas do Rei Córdova. Os Mouros eram povos oriundos do Norte da África, que invadiram a Península Ibérica, onde hoje está localizado Portugal e Espanha, e dominaram toda a região. O herói arrancou o tronco de uma figueira e assim expulsou os inimigos e libertou as moças do cativeiro. 
Goesto Ansures apaixonou-se por uma das damas que ele salvou do cativeiro. Posteriormente casou-se com uma delas. Inicialmente tomou Figueereido como sobrenome. Posteriormente, depois de alterações gráficas, firmou-se Figueiredo. 
Existem duas variantes para o sobrenome dessa família. São elas: Figueiredo ou Figueredo. As duas variantes são bem reconhecidas e comuns de se encontrar. No Brasil, Figueiredo é a grafia mais popular para o sobrenome.

Raízes em Beira Alta . Portugal . Viseu




Bratz Elian
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domingo, 20 de maio de 2018

A Saga de uma Família Italiana. Os Braccini's!



Uma retrospectiva fotográfica que retrata parte da saga da família de meu Pai..
Os Braccini's

Família originária da Toscana, de tradição antiga e nobre, espalhada ao longo dos séculos em diferentes regiões da Itália. Essa cognominação, antes do século XV, deve derivar, por meio de mudanças na fonética dialetal, da aférese do nome medieval Fortebraccio; entretanto, não podemos excluir uma derivação do nome germânico medieval Brachus, modificado e modelado, no processo de latinização, através do uso de diminutivos ou carinhosos. Os nomes dos membros da família Braccini são freqüentemente encontrados em documentos e atos notariais, desde os séculos passados, dos quais seu status elevado aparece. A este respeito, recordamos: Atto, famoso ourives, que viveu em Pistoia, em 1394; Gioviano di Lucca, doutor em leis e pronúncia apostólica, residiu em Pistóia em 1632, autor de numerosas obras literárias e historiográficas; Gio Battista, doutor em leis, morou em Pistoia, em 1743; Lapo, notário e poeta por prazer, morou em Lucca, em 1747.


Bratz Elian
enfim! é o que tem pra hoje ...

domingo, 13 de maio de 2018

Uma aliança com a vida!



Mãe é o início de tudo e o elo eterno de uma existência.
Em homenagem ao dia deste fundamento compartilho, com os amigos, um trabalho fotográfico que mostra a saga do Bratz ao longo de sua aliança com a vida de quase 68 anos.
Momentos que a arte da fotografia, da música, das possibilidades tecnológicas nos permitem eternizar.
 
Bratz Elian
enfim! é o que tem pra hoje ...

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Ausência!




Ausência

Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência, essa ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.

Carlos Drummond de Andrade

E lá se vão seis longos anos. As lágrimas, a dor, a saudade, pouco a pouco foram sendo substituídas por este maravilhoso sentimento - Ausência.
Sim, Ausência - Um sentimento que nunca será roubado de mim.
No próximo dia 25 de abril celebrarei comigo mesmo e meu sentimento de Ausência seus 93 aninhos.
Beijo. Te amo e te amarei sempre!

Bratz Elian
enfim! é o que tem pra hoje

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

A morte é um dia que vale a pena viver!



Neste meu aniversário ganhei, de uma pessoa muito querida, o livro da Dra. Ana Claudia Quintana Arantes - A morte é um dia que vale a pena viver.
Um livro que devorei em poucas horas, por toda a sabedoria, lucidez, clareza e dignidade com que a Dra. Ana trata o tema.
Tão empolgado fiquei que fui pesquisar sobre a autora e encontrei este vídeo em que ela faz uma palestra sobre o tema. Compartilho com os amigos, salientando que ele trará muita lucidez para cada um de vocês em algum momento pessoal em que a luz parecerá não mais existir.

ps: Se interessar pelo livro fica a dica. Amazon.

 

Bratz Elian
enfim! é o que tem pra hoje ...

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Agora foi o encontro dos Figueiredo's!


Brasão da família Figueiredo
Esquartelado: no primeiro de vermelho, com cinco folhas de figueira de verde, nervadas e perfiladas de ouro, postas em sautor; no segundo de verde, com banda de vermelho, perfilada de ouro, abocada por duas cabeças de serpe do mesmo; no terceiro Abranches; e no quarto de prata, com cinco arruelas de vermelho, cada uma com seu ferrão de azul, apontado para baixo.

Heráldica da família: Figueiredo 
Família descendente, por legítima varonia (baronia), do licenciado António Dias Ferrão, da casa do Adro de Avô, e de sua mulher D. Ana-Paula de Queiroz, que foram pais de Manuel de Figueiredo Ferrão Castelo-Branco, capitão de auxiliares de Coimbra e fidalgo de cota de armas, marido de D. Helena de Gouveia Freire, filha do capitão Francisco d'Abranches Ferrão, também fidalgo de cota de armas, e de sua mulher D. Ana de Gouveia Freire. Daquel casal foi filho Francisco D'A. Freire de Figueiredo, proprietário em Avô, Oliveira do Hospital, o qual casou com D. Josefa-Maria de Abreu e Castro, de Nogueira.

Foi memorável em todos os sentidos.
Primeiro porque o Dé [Fernando Rogério] completou 60 anos de idade, um primo que, desde novinho, foi super "especial".
Segundo porque seus pais, que já partiram desta vida, além de Tios foram meus segundos pais e meus amigos do peito.
Terceiro porque o evento configurou-se em uma oportunidade para reunir um pedaço da numerosa família dos Figueiredos.
Foi, simplesmente emocionante. Super feliz por ter estado com todos eles e ter podido vivenciar tudo isto, mesmo que, por momentos, tenha  sido difícil conter as lágrimas.
Deixo aqui um pequeno registro de tudo isto:









Fica também o registro da formatura de uma das minhas sobrinhas queridas em Nutrição.
Parabéns Flavinha, todo o sucesso do mundo para você!








Bratz Elian!
enfim! é o que tem pra hoje ...

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